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Juros: taxas têm oscilações contidas na véspera da Super Quarta

Reuniões do Copom e do Fed acontecem amanhã para definir a política monetária

Por Paula Dias

02/05/2023 | 19:13 Atualização: 02/05/2023 | 19:13

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O mercado futuro de juros evitou a exposição ao risco e as taxas tiveram oscilações contidas nesta véspera da “super quarta”, quando os bancos centrais dos Estados Unidos e do Brasil vão tomar suas decisões de política monetária. A desconfiança com o setor bancário americano e o temor de recessão no país promoveram uma onda de aversão ao risco que derrubou bolsas e fortaleceu o dólar ante moedas de países emergentes. No entanto, em boa parte do dia houve queda nos trechos curto e intermediário da curva de juros no Brasil, que se moveram sob influência da queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano.

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Um dos gatilhos para o mau humor nos EUA ficou por conta dos dados do relatório de empregos Jolts, que apontou criação de postos de trabalho menores que o esperado em março. Além disso, as encomendas à indústria americana avançaram em ritmo também mais lento que as estimativas dos analistas locais. Os dados mais fracos reforçaram a cautela do investidor a um dia do provável aumento de 0,25 ponto porcentual nos juros básicos americanos.

A economista-chefe Camila Abdelmalack, da Veedha Investimentos, explica que apesar da percepção de que o ciclo de aumento de juros nos Estados Unidos ainda não chegou ao fim, a ameaça de recessão reforça projeções de cortes a serem promovidos pelo Federal Reserve à frente. Isso explica a queda dos juros dos Treasuries, que por sua vez acabaram por promover momentos de recuo de parte do trecho da curva no Brasil.

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“Não está claro para os mercados qual será o tamanho e a duração de um período de recessão nos Estados Unidos, mas o investidor já está de olho no que o Fed fará à frente. Os dados econômicos têm vindo ainda mistos e o cenário é de cautela e volatilidade”, diz a economista.

Quanto à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), para a qual se espera manutenção da taxa Selic nos atuais 13,75% ao ano, Camila afirma que, diante das pressões exercidas pelo governo por uma redução dos juros e da resistência do Banco Central em ceder a ela, a principal curiosidade será em torno do trecho do comunicado que vem repetindo que o BC não hesitará em elevar mais juros, caso haja risco maior de não convergência da inflação.

“Com o arcabouço fiscal ainda em início de tramitação e os riscos de a proposta sofrer alterações no Congresso, é provável que o BC não se sinta confortável em sinalizar um corte de juros, o que deve ocorrer na virada do primeiro para o segundo semestre, conforme mostram a curva e as projeções dos analistas”, disse.

Para Jason Vieira, economista da Infinity Asset, as oscilações mais contidas e descoladas da piora dos outros ativos, como o dólar, mostraram que hoje foi um dia típico de pré reunião de política monetária. “Em dias que precedem reuniões de decisão sobre juros, ninguém quer tomar posições muito grandes”, explica.

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Outro fator que em tese aponta para um potencial desinflacionário foi a forte queda dos preços das commodities, com destaque para o petróleo. O óleo fechou em queda acima de 5%, se aproximando do nível de US$ 70 o barril, influenciado pela tensão com o setor bancário dos Estados Unidos e o risco de uma possível recessão.

Ao final do dia, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) fecharam muito próximas dos ajustas de sexta-feira. O vencimento em janeiro de 2024 fechou com taxa de 13,27%, contra 13,25% do ajuste anterior. O DI para janeiro de 2025 projetou 11,98%, a mesma taxa do ajuste de sexta-feira. A taxa do DI para janeiro de 2026 ficou em 11,71%, também repetindo o ajuste anterior. Na ponta longa da curva, o vencimento de janeiro de 2027 terminou o dia aos 11,80%, contra 11,79%.

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