Perto do fechamento das bolsas de Nova York, o rendimento da T-note de 2 anos caía a 4,883%, da T-note de 10 anos recuava a 4,110% e do T-bond de 30 anos subia a 4,230%.
“Outro sinal de esfriamento do mercado de trabalho foi mais uma vez visto como um sinal verde para a compra de títulos”, resume o BMO Capital Markets, em referência à estimativa da ADP de que o setor privado dos EUA criou 177 mil empregos em agosto, abaixo do esperado.
Em paralelo, o Departamento do Trabalho dos EUA revisou para baixo o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, de 2,4% para 2,1%.
O Wells Fargo avalia que a revisão não altera significativamente o cenário atual, mas entende que os indicadores preliminares sugerem uma moderação da atividade no terceiro trimestre. “Continuamos a esperar que a economia desacelere gradualmente durante o segundo semestre do ano”, afirma.
Nesse cenário, o mercado reforçou a aposta de que o Fed deixará juros inalterados nos próximos meses, conforme aponta monitoramento do CME Group. Investidores esperam relaxamento monetário a partir de maio do ano que vem.