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Mercado financeiro hoje: os 3 assuntos mais importantes que vão dar o tom dos negócios nesta quarta-feira

Dados de inflação dos EUA ficam no foco da agenda hoje em meio aos balanços do 2º trimestre

Por Silvana Rocha e Maria Regina Silva

14/08/2024 | 8:29 Atualização: 14/08/2024 | 8:29

Painel do Ibovespa. (Fonte: Adobe Stock)
Painel do Ibovespa. (Fonte: Adobe Stock)

A agenda econômica desta quarta-feira (14) traz o índice de inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que pode indicar progresso na desinflação do país e ampliar os argumentos para corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano). No mercado financeiro hoje, os resultados do varejo restrito e ampliado serão acompanhados no Brasil, especialmente após os fortes dados de serviços em junho.

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Os dados de atividade industrial, vendas no varejo e investimento em ativos fixos de julho, na China, e a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do Japão do segundo trimestre devem movimentar as bolsas hoje.

Ainda na agenda hoje local, há também a divulgação do Prisma Fiscal, pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, e a pesquisa Produtividade na Indústria pela CNI. Os dados preliminares do fluxo cambial de julho e o Índice de Commodities (IC-Br) do mês passado saem no começo da tarde.

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No Senado, as votações do projeto de lei sobre a renegociação da dívida dos Estados, o projeto de lei da desoneração da folha de pagamentos, e a proposta de emenda à Constituição (PEC) de refinanciamento das dívidas previdenciárias dos municípios ficaram para esta quarta-feira.

Em Brasília, a Câmara deve concluir a votação do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária em sessão deliberativa. Enquanto isso, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprecia a PEC que concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central (BC). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa de evento da revista Carta Capital e recebe empresários do ramo farmacêutico no Palácio do Planalto.

Ainda estão previstos balanços de várias empresas, incluindo BTG Pactual (BPAC11) e Gol (GOLL4), antes da abertura, e BRF (BRFS3), Cosan (CSAN3) e Equatorial Energia (EQTL3), após o fechamento da B3.

Confira os 3 destaques do mercado financeiro hoje

Bolsas internacionais

Os ativos financeiros em Wall Street mostram relativa acomodação antes da divulgação do CPI, e após a inflação benigna no atacado reforçar, na terça-feira (13), a expectativa de uma queda de 50 pontos-base nas taxas dos Fed Funds (semelhante à Selic no Brasil).

Analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast estimam que o CPI subiu 0,2% em julho em comparação com junho, de acordo com a mediana de 30 projeções coletadas. Caso confirmado, o resultado marcará uma aceleração do índice, que apresentou deflação de 0,1% em junho. Já na comparação anual, a expectativa é de que a taxa permaneça estável em 3%.

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As bolsas europeias sobem levemente, enquanto a libra recua após dados benignos de inflação do Reino Unido e um balanço animador do banco suíço UBS. A ação do UBS ganhava 2,95% em Zurique nesta manhã.

No momento, os mercados futuros de ações operam com viés positivo, os juros dos Treasuries (títulos de dívida americana) oscilam perto da estabilidade e o dólar volta a ceder.

O euro avança frente ao dólar após o crescimento de 0,3% do PIB da zona do euro no segundo trimestre de 2024 ante os três meses anteriores e expansão de 0,6% na comparação anual, confirmando a revisão do fim de julho e em linha com as previsões da FactSet.

O conflito no Oriente Médio continua no radar. O Irã realizou exercícios militares navais no Mar Cáspio, perto da fronteira norte com o Azerbaijão na terça-feira (13), enquanto a região se prepara para uma resposta militar contra Israel pelo assassinato do líder do Hamas, Ismail Haniyeh.

Commodities

As commodities não abrem margem para ganhos, uma vez que o minério de ferro fechou em baixa de 3,32%, na China, e o petróleo recua moderadamente.

Mercado brasileiro

Em dia de vencimento de opções sobre o Ibovespa, o mercado acionário pode apresentar volatilidade. Um compasso de espera pelo CPI americano pode limitar os negócios na abertura.

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Os mercados vão acompanhar a leitura dos dados do varejo no Brasil, após a surpresa com o forte desempenho de Serviços em junho. A expectativa para os números do varejo restrito é de queda de 0,1% em junho, após alta de 1,2% em maio, enquanto para o ampliado a aposta do mercado é de crescimento de 1,2%, após 0,8% em maio.

Ainda devem repercutir balanços de várias empresas divulgados na terça-feira (13), como da JBS (JBSS3) – veja aqui. Ações do setor financeiro, que ajudaram a apoiar a sexta alta seguida do Ibovespa à faixa de 132 mil pontos no último pregão, seguem no foco, em meio aos resultados recordes da XP e balanço da Nubank (ROXO34), que vieram acima das previsões dos analistas.

Nos juros e mercado de câmbio, a relativa estabilidade dos rendimentos dos Treasuries e o viés de baixa do dólar ante moedas emergentes e ligadas a commodities podem trazer alívio, embora devam ser influenciados ainda pelo tom dos dados de varejo.

Na terça-feira (13) à noite, em palestra durante o evento Prêmios Broadcast, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, reiterou a importância de reancorar as expectativas de inflação para reduzir o custo desinflacionário.

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Guillen reforçou a mensagem de que a instituição pode elevar a Selic para convergir as expectativas de inflação à meta do mercado financeiro hoje e que há uma visão consensual dentro do Comitê de Política Monetária (Copom) de que existem mais riscos para a inflação.

*Com informações do Broadcast

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