Ashley comentou que, em seu cenário-base, os Estados Unidos não devem ter recessão, mas mencionou que seria normal que, caso ela ocorresse, viria em 2024, não no ano anterior, por causa do tempo que a política monetária demora para impor todos seus efeitos na economia. Sobre o mercado acionário americano, afirmou que “um pouco de fraqueza” seria positivo para o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), pois isso ajudaria a conter a inflação.
Sobre mercados internacionais, citou a Índia como uma “história de crescimento estratégico no longo prazo”. Ashley ressaltou a diferença do crescimento esperado para a economia indiana, em comparação com o restante do mundo em geral, com avanço muito mais fraco da atividade.
Já entre as economias desenvolvidas, mencionou o Japão, que consegue avanços após décadas enfrentando inflação muito fraca. Para ele, o mercado japonês “é atrativo tanto no curto quanto no longo prazo”.