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Quase 1/3 do mercado financeiro ainda ignora novo padrão contábil

Apresentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), novas regras entrarão em vigor no ano que vem

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

13/03/2024 | 15:58 Atualização: 13/03/2024 | 16:25

29% das instituições financeiras não iniciaram plano contábil exigido pela CMN. Imagem: Adobe Stock
29% das instituições financeiras não iniciaram plano contábil exigido pela CMN. Imagem: Adobe Stock

Quase um terço das instituições financeiras brasileiras ainda não sabem como começar a se adaptar a uma linguagem global comum de contabilidade para o setor, conhecido por IFRS 9 Financial Instruments. De acordo com um estudo da KPMG, uma das principais consultorias do mundo, apontou que 29% das empresas financeiras ainda não iniciaram ou não souberam informar a respeito do processo de adaptação com as práticas internacionais.

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Proposta pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a resolução n° 4.966/21 busca propor uma harmonização das normas contábeis internacionais relacionadas a instrumentos financeiros. Por instrumento financeiro, entende-se como qualquer contrato que dê origem a um ativo financeiro para uma entidade e a um passivo financeiro ou instrumento patrimonial para outra entidade.

Ou seja, a intenção é alinhar os conceitos e os critérios contábeis e o reconhecimento das relações de proteção pelas instituições financeiras internacionais com aquelas autorizadas a funcionar pelo Banco Central (BC) do Brasil.

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Segundo a pesquisa, 38% das instituições mencionaram que a implementação já iniciaram e estão na etapa de desenvolvimento, enquanto outros 33% indicaram estar ainda se preparando para o ajuste e com um plano de implementação concluído.

O objetivo do levantamento, realizado em novembro de 2023 e divulgado somente agora – em primeira mão para o E-Investidor –, foi entender o estágio atual de implementação junto a 79 entidades financeiras do mercado. Isso porque a resolução, publicada em 2021,está prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2025.

“Para instituições financeiras do País, existe a necessidade de planejamento em diferentes níveis considerando a amplitude do mercado. Há diversas assimetrias regulatórias, entre o requerimento internacional e a proposição local, que podem ser desafiadoras mesmo para os modelos já consolidados. A jornada de implementação sugere um refinamento técnico e alta exposição a recursos tecnológicos e organização de dados”, analisa o sócio-líder em riscos financeiros da KPMG no Brasil, Rodrigo Bauce, em nota.

Desafios da implementação

Em relação aos desafios desse processo, 57% dos participantes sinalizaram que a maior preocupação diz respeito aos aspectos transformacionais, de tecnologia, automação e dados. Além disso, 15% dos pesquisados consideram a adaptação associada a relevantes perdas de crédito.

Contudo, 51% dos consultados seguem otimistas em relação ao desenvolvimento de novos modelos e aprimoramento de recursos tecnológicos e outros 39% pretendem, de alguma forma, aproveitar sistemas e modelos já desenvolvidos.

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Fábio Lacerda, sócio-líder em riscos regulatórios da KPMG no Brasil, acredita que parte do desafio da implementação global da IFRS 9 está na falta de comparação com normas equivalentes locais, apesar do relevante trabalho do BC em reduzir as diferenças entre as regras locais e o padrão internacional.

“Apesar disso, ainda existem algumas assimetrias que demandam atenção, além de desafios importantes de ajustes em sistemas, processos e formalização de políticas e rotinas internas para lidar com temas como a avaliação do modelo de negócios, a construção de testes para pagamento de principal e juros, bem como o monitoramento para impacto contábil, considerando taxa efetiva de juros e aspectos conceituais críticos, entre outros”, finaliza, também em nota.

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