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Mercado

Vale (VALE3): balanço do 3T25 aumenta chances de dividendos extraordinários, dizem analistas

Analistas dizem que empresa está mais próxima após reduzir endividamento para próximo do centro da meta

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

31/10/2025 | 10:32 Atualização: 31/10/2025 | 13:51

Veja como ficam os dividendos da Vale (Foto: Adobe Stock)
Veja como ficam os dividendos da Vale (Foto: Adobe Stock)

As chances de a Vale (VALE3) pagar dividendos extraordinários aumentaram após a companhia se aproximar do centro da meta de endividamento no balanço do terceiro trimestre de 2025, disseram analistas consultados pelo E-Investidor nesta sexta-feira (31).

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Ontem, a companhia reportou lucro líquido de US$ 2,744 bilhões no terceiro trimestre deste ano, avanço de 78% ante igual período de 2024. O lucro líquido atribuível aos acionistas ficou em US$ 2,685 bilhões, com avanço de 11% na comparação anual.

Para a XP Investimentos, o resultado evidencia um sólido desempenho operacional da Vale. Para os analistas, houve forte contribuição da divisão de Minério de Ferro, refletindo a flexibilidade do portfólio da empresa, com melhor desempenho de preços, apoiando sua mudança estratégica para aumentar os produtos de baixa alumina, o que já está se traduzindo em prêmios mais altos.

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O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização ajustado (Ebitda, na sigla em inglês) da Vale foi de US$ 4,369 bilhões, avanço anual de 21%. Já o indicador proforma veio em US$ 4,399 bilhões, com alta de 17% em relação ao terceiro trimestre de 2024. Para a XP, o número evolui devido à melhoria dos resultados na divisão de cobre, refletindo maiores volumes de vendas e preços realizados mais altos.

“A companhia apresentou uma gestão disciplinada de custos, com o C1 do trimestre permanecendo sob controle e a redução no guidance de custos para cobre e níquel devem ajudar a mitigar o impacto dos preços do minério de ferro potencialmente mais fracos à frente”, explicam Lucas Laghi, Guilherme Nippes e Fernanda Urbano, que assinam o relatório da XP.

Na opinião do Citi, a Vale apresentou resultados do terceiro trimestre “em linha” com as expectativas, apresentando “forte” geração de caixa. Na visão dos analistas Alexander Hacking, Gabriel Barra e Stefan Weskott, o resultado “ligeiramente” acima do consenso deve levar a uma pequena valorização das ações da mineradora, sustentada pela melhora operacional e pelo corte de custos em Metais Básicos.

Já a Genial Investimentos diz que o crescimento anual de 9,1% da receita da Vale, que chegou a US$ 10,4 bilhões, foi puxado pelo desempenho de finos de minério de ferro. Esse segmento teve avanço de 12,7% na comparação entre o terceiro trimestre de 2025 e o terceiro trimestre de 2024, refletindo aumento de volumes e preços realizados.

Eles comentam que as principais variáveis operacionais já haviam sido precificadas pelo mercado, quando a Vale reportou seu relatório de Produção e Venda. Entretanto, um elemento importante que os investidores ainda não tinham conhecimento era o C1, que foi divulgado apenas agora no resultado financeiro.

“Por isso, somadas ambas as razões que citamos, é possível esperar que o resultado seja bem recebido pelo mercado, considerando que o C1  ficou em US$ 20,7 por tonelada, 4% abaixo das estimativas, indicando um bom trabalho de execução da companhia em neutralizar a inflação geológica com ganhos em giros de estoques e diluição de custos fixos, como consequência do aumento da confiabilidade dos ativos e de um plano de lavra mais eficiente”, explicam Igor Guedes, Luca Vello e Iago Souza, que assinam o relatório da Genial.

Vale deve pagar dividendos extraordinários após o balanço do 3T25?

Os analistas apontam que o balanço da companhia revela que a Vale está mais próxima de pagar os dividendos extraordinários. A mineradora estabeleceu uma meta de endividamento entre US$ 20 bilhões e US$ 10 bilhões, com o centro da meta em US$ 15 bilhões. Nas últimas teleconferências de resultados, a mineradora estabeleceu que se alcançar o centro da meta, de US$ 15 bilhões, os investidores devem receber dividendos extraordinários.

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Para a Ativa Investimentos, a companhia está próxima desse número após a dívida líquida expandida cair de US$ 17,4 bilhões para US$ 16,6 bilhões, sobretudo em função do aumento do fluxo de caixa livre. É a segunda vez consecutiva que a companhia reduz o indicador em cerca de US$ 800 milhões.

“Acreditamos que a maior proximidade do centro da faixa estratégica amplia a probabilidade de distribuição de dividendos extraordinários, tema que pode ser abordado no call de resultados ou no próximo Vale Day, evento que tradicionalmente ocorre em dezembro”, afirma Ilan Arbetman, que assina o relatório da Ativa.

O analista não divulgou sua projeção de dividendos, pois aguarda a definição do provento extra. No entanto, sem esse rendimento a mais, a estimativa da Ativa calcula um dividend yield de 6,5% para a Vale nos próximos 12 meses.

A Genial Investimentos diz que a companhia anunciou um investimento 4% menor do que o esperado (capex), de R$ 1,3 bilhão. A empresa também terá menor despesa de juros caixa em cerca de R$ 95 milhões, 15% abaixo do esperado pela corretora. Na visão dos analistas, isso incrementa a expectativa de que a companhia deve entregar Fluxo de Caixa Livre com rendimento de cerca de 14% em 2025, duas vezes mais que pares como BHP e Rio Tinto. Para o ano que vem, a projeção é de 15%, baseada na redução da saída de caixa para pagamento do acordo de Mariana (MG) se comparado ao que estamos testemunhando esse ano.

“Já começamos a verificar maior probabilidade de distribuição de dividendos extraordinários da Vale no primeiro semestre de 2026, em função da redução da dívida líquida expandida averiguada para US$ 16,6 bilhões, justificada pela contração das despesas relacionadas aos provisionamentos de Brumadinho (-8% t/t) e Samarco (-27% t/t). Todavia, a saída de caixa para o pagamento das recompras das debêntures participativas pode dificultar o atingimento deste gatilho dentro desse horizonte de tempo mais curto”, salientam Igor Guedes, Luca Vello e Iago Souza.

Ações da Vale são negociadas a um preço atrativo para o investidor?

Os analistas se dividem sobre o que o investidor deve fazer com o papel agora. O Citi tem recomendação de compra para o papel da Vale e preço-alvo de US$ 14 para a American Depositary Receipts da Vale (ADR), correspondendo a um potencial de valorização de 17,7% em relação ao fechamento desta quinta-feira. A Genial Investimentos também recomenda compra com preço-alvo de R$ 75,00, alta de 17,54% na comparação com o fechamento de quinta-feira.

A tese de recomendação de compra baseia-se no alívio das tensões comerciais entre os Estados Unidos e China e o preço do minério de ferro. A Genial diz que ontem foi anunciado um acordo formal de 1 ano entre EUA-China, com redução de tarifas médias para 47%. E retirada temporária de restrições a exportações de metais de terras raras e semicondutores.

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“Acreditamos que isso deve atenuar o quadro de tensão geopolítica que vinha penalizando ativos cíclicos globais, especialmente os ligados a teses de investimentos com forte correlação com a economia chinesa (como a Vale). O gesto de cooperação bilateral — ainda que de caráter tático —, ao nosso ver, reduz a percepção de risco sistêmico, sobre especialmente a cadeia industrial chinesa, principal vetor de demanda por aço e minério de ferro”, explicam os analistas.

Já em relação ao minério de ferro, a perspectiva é o suporte de US$ 100 por tonelada do minério de ferro pode ser rompido nos próximos 6 a 12 meses. A corretora esclarece que sustentação de curto prazo dependerá do estoque sazonal antes do Ano Novo Lunar (Nov–Fev) e das interrupções de oferta causadas pelas chuvas do quarto trimestre de 2025 e primeiro trimestre de 2026, aumentando consideravelmente a intensidade das chuvas, que tradicionalmente limitam a produção. Segundo a Genial, esse fator já está precificado justamente no preço do contrato futuro de janeiro.

Por outro lado, a Ativa e a XP Investimentos mantêm recomendação neutra. A XP tem recomendação neutra com preço-alvo de R$ 66,00, alta de 3,43% na comparação com o fechamento de quinta-feira. A Ativa também tem recomendação neutra com preço-alvo de R$ 65 para o fim de 2025, crescimento de 1,9% na comparação com o último fechamento.

“Apesar do sólido resultado, mantemos cautela com VALE3. Seguimos céticos quanto à dinâmica do mercado siderúrgico chinês e à relação oferta-demanda de minério de ferro, ainda folgada nos próximos anos, mesmo considerando uma aceleração gradual de Simandou. Sinais de maior racionalização no setor são positivos, mas até aqui, insuficientes para alterar nossa visão de longo prazo”, explica Ilan Arbetman.

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Em suma, os analistas elogiaram os resultados da Vale (VALE3), com a redução de custos sendo peça chave para a melhora operacional. Além disso, o balanço aproximou a companhia do pagamento dos dividendos extraordinários após redução do endividamento. No entanto, o mercado ainda parece dividido com a tese de investimentos por parcialmente não acreditar que o preço do minério de ferro deve continuar no patamar atual. Desse modo, aportar na companhia pode ser uma boa alternativa, ainda que existam riscos na tese.

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