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Ações da Petrobras (PETR3; PETR4) caem apesar da alta do petróleo; saída de diretor reacende temor de intervenção

Troca na diretoria e ruído político sobre combustíveis ofuscam efeito positivo do avanço do Brent

Por Vinicius Novais e Cecília Mayrink

07/04/2026 | 11:02 Atualização: 07/04/2026 | 14:37

Ações da Petrobras recuam apesar da alta do petróleo após saída de diretor e sinais de intervenção do governo reacenderem preocupações com governança e política de preços. (Imagem: Adobe Stock)
Ações da Petrobras recuam apesar da alta do petróleo após saída de diretor e sinais de intervenção do governo reacenderem preocupações com governança e política de preços. (Imagem: Adobe Stock)

As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) operam em queda nesta terça-feira (7), descoladas do movimento positivo do petróleo no mercado internacional. Por volta das 14h30 (de Brasília), os papéis ordinários recuavam 0,22%, a R$ 53,59, enquanto os preferenciais cediam 0,47%, a R$ 48,71. Já o Brent avançava 0,80%, a US$ 110,65. O Ibovespa, por sua vez, caía 0,51%, aos 187.211 pontos.

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O cenário é de cautela global, diante da possibilidade de o Irã ignorar o ultimato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para reabrir o Estreito de Ormuz até esta noite, o que mantém o prêmio de risco elevado no petróleo.

No caso da estatal brasileira, porém, o vetor dominante é doméstico. A saída de Claudio Romeo Schlosser da diretoria de Logística, Comercialização e Mercados, anunciada após críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao leilão de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), acendeu um alerta no mercado sobre interferência política na companhia.

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Analistas veem o episódio como mais um sinal de que a governança pode ser tensionada, especialmente em ano eleitoral. A leitura é de que decisões com racional econômico podem ceder espaço a objetivos de controle de preços, o que amplia a incerteza para investidores.

Para gestores e estrategistas, a demissão sugere que o Executivo tende a intervir quando decisões da companhia colidirem com interesses políticos, inclusive na política de combustíveis. Nesse contexto, medidas recentes anunciadas pelo governo para limitar a alta dos preços reforçam a percepção de risco.

Embora a valorização do petróleo continue sendo um fator positivo para a geração de caixa da Petrobras, cresce a avaliação de que esse ganho pode não se traduzir integralmente em valor para a companhia. O foco do mercado, ao menos no curto prazo, migra da commodity para a governança.

A troca no comando também levanta dúvidas sobre o grau de alinhamento da nova diretoria com a atual gestão da empresa, em um momento em que o equilíbrio entre rentabilidade e política de preços volta ao centro do debate.

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Assim, mesmo com o Brent em patamar elevado e sustentado por tensões geopolíticas, a Petrobras (PETR3; PETR4) passa a negociar sob um desconto adicional, refletindo o risco de interferência e a incerteza sobre os próximos passos da política energética.

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