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As máquinas foram comprados da Lenovo, empresa vencedora da licitação, e começarão a ser montadas este ano, entrando em operação em 2025, segundo a estatal.
Para a diretora de Exploração e Produção da petroleira, Sylvia Anjos, a aquisição dos supercomputadores tem importância estratégica para a empresa, pois mantém a Petrobras na “vanguarda tecnológica” do setor de óleo e gás, em relação ao imageamento sísmico em subsuperfície.
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“Com essa atualização, poderemos expandir a realização de projetos de processamento sísmico com tecnologias em estado-da-arte”, diz a diretora.
O novo High Performance Computer (HPCs) será usado para processar dados sísmicos brutos e transformá-los em imagens detalhadas do subsolo.
Segundo Sylvia, a renovação e ampliação da capacidade de processamento de dados geofísicos e geológicos trará resultados mais rápidos e precisos para os desafios de operação em águas ultra profundas e novas áreas exploratórias, como o pré-sal e a Margem Equatorial.
Já a diretora de Assuntos Corporativos, Clarice Coppetti, afirma que com imagens mais detalhadas da subsuperfície será possível identificar com precisão áreas potenciais, reduzir risco exploratório, refinar a simulação do comportamento dos reservatórios, possibilitando uma produção mais eficiente.
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“Manter-se entre as maiores capacidades computacionais da indústria permite à Petrobras (PETR3; PETR4) competir globalmente, atrair parcerias e oportunidades de negócios”, diz Coppetti.
* Com informações do Broadcast
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