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Petrobras (PETR4): BBI e Ágora cortam recomendação e veem retorno de dividendos “apertados”

Casas avaliam que a alta recente do petróleo foi influenciada por prêmio geopolítico e pode ser insustentável

Por Beatriz Rocha

03/02/2026 | 18:24 Atualização: 03/02/2026 | 18:34

Petrobras, a principal petroleira brasileira. (Foto: Adobe Stock)
Petrobras, a principal petroleira brasileira. (Foto: Adobe Stock)

A Ágora Investimentos e o Bradesco BBI rebaixaram a recomendação da Petrobras (PETR4) de compra para neutra, enquanto elevaram o preço-alvo de R$ 40 para R$ 45 por ação. Após a forte performance do papel no início do ano, os analistas veem agora espaço limitado para valorização adicional, assumindo um preço estimado de longo prazo de US$ 65 por barril do petróleo tipo Brent.

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As casas acreditam que a recente alta do preço da commodity foi impulsionada, principalmente, por um aumento do prêmio geopolítico, o que pode ser insustentável. “Continuamos vendo fundamentos fracos para apoiar os preços globais do petróleo bruto, impulsionados por um forte aumento na oferta, superando a demanda. Portanto, vemos os riscos tendenciosos para baixo no setor”, afirmam os analistas Vicente Falanga, do BBI, e Ricardo França, da Ágora, que assinam o relatório conjunto.

Os especialistas também não enxergam gatilhos positivos significativos para “micro história específica” da petroleira. Embora a Petrobras possa surpreender em termos de produção, a agenda de fusões e aquisições da empresa deve continuar trazendo riscos, enquanto o cenário político segue incerto.

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Tudo isso caminha para a conclusão dos analistas: a relação de risco e retorno da companhia é menos atraente do que costumava ser. Atualmente, Ágora e BBI veem o rendimento de dividendos da Petrobras para 2026 em 6,5%, abaixo da média de 7% das empresas do setor nos Estados Unidos e inferior aos 8% estimados para a Vale (VALE3), por exemplo. “Esse rendimento tornou-se excessivamente apertado, em nossa visão”, afirmam.

As ações da Petrobras negociam com um múltiplo EV/EBITDA – indicador que relaciona o valor da companhia (EV) e o seu Ebitda (geração de caixa) – em 2026 de 3,7 vezes, com um desconto de 29% em relação à média global dos pares de 5,2 vezes. Ao preço-alvo do BBI e da Ágora, as ações seriam negociadas a 4,0 vezes o múltiplo EV/EBITDA, com um desconto de 20% para levar em conta o custo de capital e os riscos relacionados ao status de empresa pública.

As casas apontam que fatores como uma contínua alta nos preços do Brent, os fluxos persistentes para os mercados emergentes e a alternância nas diretrizes do controlador podem afetar a recomendação para Petrobras.

O que esperar para os dividendos da Petrobras?

A Ágora e o BBI apontam que os últimos dez anos da petroleira foram marcados por altos retornos aos acionistas e a tornaram uma das melhores histórias de retorno total do setor de petróleo e gás.

Olhando para o futuro, as perspectivas parecem um pouco diferentes. As casas avaliam que a administração esteja acelerando os investimentos. “A maior parte deles está fundamentalmente justificada e direcionada ao projeto Búzios, mas alguns são difíceis de entender, como investimentos em fábricas de fertilizantes, parques solares e eólicos e potencialmente etanol à base de milho, que compete com a gasolina”, afirmam.

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Se a geopolítica se acalmar e os fundamentos do Brent começarem a se consolidar, os analistas enxergam o risco de os preços do petróleo caírem para a faixa dos US$ 50 e o mercado começar a questionar a política de dividendos da Petrobras.

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