“Fiz uma reunião de uma hora e meia com o presidente do Banco Central. Vamos desengavetar todas iniciativas do BC que estavam paradas no Executivo”, afirmou o ministro.
No decorrer da reunião, Haddad também comentou sobre outras pautas relacionadas a crédito, como a taxa de inadimplência no País. O ministro pediu que os credores tenham sensibilidade de perceber que precisam dar contribuição ao desenvolvimento do Brasil.
Haddad também pontuou que existem oito projetos de lei prontos para serem encaminhados, que estão travados por questões formais. “A lei de garantias, com pequenos ajustes, vai passar pelo Senado”, afirmou.
Haddad ainda disse que pretende trabalhar pela abertura do mercado de crédito e pela queda dos spreads – diferença entre o preço cobrado pelos bancos e o que eles pagam na captação –, sem descuidar dos avanços conquistados.