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Privatização da Eletrobras atrai empresas estrangeiras, dizem fontes

O GIC e o CPPIB devem juntar-se à gestora 3G Radar, atualmente a maior acionista privada da Eletrobras

Por Reuters

08/06/2022 | 12:15 Atualização: 08/06/2022 | 11:39

Linhas de transmissão de energia 9/02/2021 REUTERS/Daniel Becerril
 – eletrobras
Linhas de transmissão de energia 9/02/2021 REUTERS/Daniel Becerril – eletrobras

A oferta de ações da Eletrobras, que pode chegar a cerca de 35 bilhões de reais, deve ter entre seus compradores o fundo de pensão canadense CPPIB e o fundo soberano de Cingapura GIC, investidores que normalmente compram o controle de empresas, principalmente de infraestrutura, e participam pouco de ofertas de ações.

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Espera-se que ambos tornem-se acionistas relevantes da Eletrobras depois da privatização. A oferta de ações que privatizará a maior elétrica da América Latina deve ser precificada na quinta-feira, reduzindo a participação do Estado na empresa para cerca de 45%.

Será uma das maiores ofertas de ações do ano no mundo, atrás do IPO da sul-coreana LG Energy Solution Ltd, de 10,7 bilhões de dólares, ficando perto dos 6,08 bilhões de dólares levantados pelo IPO da Dubai Electricity and Water Authority.

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O GIC deve ser um dos âncoras da oferta, junto com outros fundos de ações líquidos de gestoras como as brasileiras SPX Capital e Truxt.

O GIC e o CPPIB devem juntar-se à gestora 3G Radar, atualmente a maior acionista privada da Eletrobras, com uma participação de 11%, para desenhar a estratégia da empresa pós-privatização, segundo as fontes.

O GIC, o CPPIB e a empresa parceira da 3G Radar, a 3G Capital, normalmente compram o controle de empresas. Segundo uma das fontes, a 3G Radar, que é acionista da Eletrobras há mais de cinco anos, já estaria contatando executivos para dirigir a empresa após a privatização.

A 3G Radar tem uma relação próxima com a 3G Capital, dos bilionários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. O executivo Alex Behring, da 3G Capital, está no board da 3G Radar, e os sócios da 3G Radar, Marcio Campos e Pedro Batista, também são partners na 3G Capital.

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Parte dos 1,5 bilhão de reais administrados pela 3G Radar tem origem no grupo da 3G Capital, que controla a cervejaria AB Inbev e a Kraft Heinz.

O CPPIB preferiu não comentar o que chamou de “especulação de mercado”. 3G Radar, 3G Capital e GIC não responderam aos pedidos de comentários.

Outros grandes investidores brasileiros que avaliaram participar da oferta mas não devem entrar são a holding Itaúsa SA e o conglomerado industrial Votorantim SA, segundo uma das fontes. Itaúsa e Votorantim não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.

Os investidores que entrarem na oferta na quinta-feira não se assustaram com as ameaças de assessores do candidato líder nas pesquisas para a presidência, o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva, de reverter a privatização logo que assumir.

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Embora os investidores possam discutir uma estratégia para o futuro da Eletrobras, precisarão respeitar as regras criadas para a privatização que visam assegurar a dispersão do capital. A empresa criou uma chamada “pílula de veneno” que exige uma oferta pública pelo dobro do maior preço que as ações tenham alcançado nos últimos dois anos se algum investidor ou grupo superar 50% do capital votante da companhia.

Existe entre os investidores grande consenso de que a unificação de estruturas das maiores subsidiárias da Eletrobras como Furnas, Chesf e Eletronorte traria economias relevantes e imediatas, mas não há ainda a definição de mais detalhes da estratégia futura.

A demanda parece forte para a oferta que precificará na quinta-feira, sob coordenação da área de banco de investimento dos bancos BTG Pactual, Bank of America, Goldman Sachs, Itaú BBA, XP Investimentos, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citigroup, Credit Suisse, JPMorgan, Morgan Stanley e Safra.

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