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Quadro externo é positivo para Bolsas da Europa, mas cenário interno impõe limites

  • A maioria das Bolsas opera com alta contida, levando o índice intercontinental Stoxx-600 a subir 0,09%, a 391,98 pontos.

(Estadão Conteúdo) – O quadro externo é positivo para as bolsas europeias na manhã desta sexta-feira, principalmente com a informação sobre a forte recuperação da atividade chinesa. Internamente, no entanto, as notícias pendem mais para o negativo: o Banco Sabadell desistiu da fusão com o BBVA, a AstraZeneca vai fazer novos testes para sua vacina contra a covid-19, a Alemanha ultrapassou a marca de um milhão de pessoas contaminadas pela doença e será retomada mais uma rodada de negociações entre a União Europeia e o Reino Unido sobre o pacto comercial pós-Brexit. A maioria das Bolsas opera com alta contida, levando o índice intercontinental Stoxx-600 a subir 0,09%, a 391,98 pontos. Wall Street abre para meia sessão apenas hoje após o feriado de Ação de Graças, o que mantém a liquidez restrita nos mercados.

No início da madrugada no Brasil, a China divulgou que o lucro de suas grandes companhias industrial saltou 28,2% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado e apresentou o primeiro resultado positivo (0,7%) em 2020 no acumulado do ano. Além disso, os investidores se sentem mais tranquilos com o reforço que vem sendo feito pelos principais bancos centrais do mundo em relação à disposição de estimular ainda mais suas economias se for necessário para conter os impactos da pandemia. Membro do Comitê Executivo do Banco Central Europeu (BCE), Fabio Panetta foi um deles, declarando que há consenso para recalibrar os instrumentos monetários da instituição.

Sobre o surto, no entanto, há pelo menos duas notícias desalentadoras no continente. A Alemanha bateu um recorde de contaminações, apesar de o número de mortes em decorrência do coronavírus ser relativamente baixo (15.640, segundo a Universidade John Hopkins). A chanceler Angela Merkel disse ontem que as medidas de isolamento social podem ser estendidas até janeiro em algumas partes do país. No Reino Unido, o lockdown se encerra no dia 2, mas o governo ampliou o nível de alerta em grande parte do país, com a população sentindo que continuará em quarentena, ainda que a medida tecnicamente seja suspensa.

Outra informação negativa para os mercados em relação ao surto é em relação a questionamentos sobre a vacina desenvolvida pela AstraZeneca junto com a Universidade de Oxford. As ações da companhia caíam 0,66% há pouco, com a Casa Branca colocando em dúvidas a eficácia do imunizante e abrindo a possibilidade de sua aprovação ser mais demorada do que o previsto inicialmente. A companhia britânica vai realizar um teste adicional da vacina para avaliar sua eficácia, usando uma dosagem mais baixa. O ministro do Reino Unido para a Habitação, Comunidades e Governo Local, Robert Jenrick, saiu em defesa da companhia, dizendo que não há razão para se preocupar com a vacina.

Vem do setor financeiro espanhol outra notícia que desanimou parte dos investidores europeus. O Banco Sabadell encerrou suas negociações sobre uma possível fusão com o BBVA. Os papéis do Sabadell despencavam 12,61%, mas os do BBVA subiam 2,31%. O setor bancário exibia alta de 0,81%.

Na política, serão retomadas hoje as negociações presenciais em torno de um pacto comercial entre Reino Unido e UE. O principal negociador do bloco comum, Michel Barnier, disse que viaja esta noite para Londres para encontrar com sua contraparte, David Frost. Investidores estão céticos sobre um avanço porque até agora nenhuma das partes mostrou disposição em ceder, mas o prazo para que possam chegar a um acordo está muito próximo do fim, já que o divórcio será consumado no primeiro dia de 2021.

Em tempo: daqui a pouco, às 7 horas, saem o índice de confiança do consumidor (final) e o índice de sentimento econômico, ambos da zona do euro e referentes a novembro. Às 6h43 de Brasília, a Bolsa de Londres caía 0,76%, a de Frankfurt subia 0,21%, a de Paris tinha alta de 0,34%, a de Milão avançava 0,35%, a de Madri ganhava 0,15% e a de Lisboa tinha valorização de 0,36%. No mercado cambial, o euro era negociado a US$ 1,1921, ante US$ 1,1916 do fim da tarde de ontem, e a libra era cotada a US$ 1,3366, de US$ 1,3360 da véspera.

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