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Renda sobe, mas dívida persiste: 76% das famílias começam 2026 no vermelho

Mesmo com mercado de trabalho aquecido e salário em alta, dados do IBGE, Banco Central e CNC mostram que endividamento e má gestão do orçamento pressionam o bolso do brasileiro

Por Igor Markevich

09/02/2026 | 19:05 Atualização: 09/02/2026 | 19:05

Renda do trabalho cresce no Brasil, mas endividamento das famílias segue acima de 48%, segundo Banco Central. Pesquisa da CNC mostra que 76% dos lares têm dívidas, apesar da melhora do emprego. (Imagem: Adobe Stock)
Renda do trabalho cresce no Brasil, mas endividamento das famílias segue acima de 48%, segundo Banco Central. Pesquisa da CNC mostra que 76% dos lares têm dívidas, apesar da melhora do emprego. (Imagem: Adobe Stock)

Salário mínimo em alta, Produto Interno Bruto (PIB) em crescimento e taxa de desemprego no menor nível histórico não têm sido suficientes para desafogar o bolso dos brasileiros. Levantamentos oficiais mostram que, apesar da melhora dos indicadores macroeconômicos, o dinheiro segue curto no dia a dia das famílias. Mesmo com o avanço da renda, o início de 2026 é marcado por endividamento elevado e por dificuldades recorrentes na organização do orçamento.

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Dados da PNAD Contínua, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que acompanha renda e ocupação no País, mostram crescimento da renda real do trabalho. Ao mesmo tempo, estatísticas do Banco Central indicam que o endividamento das famílias permanece acima de 48% da renda acumulada em 12 meses, um patamar que ajuda a ilustrar que o aumento do ganho mensal não tem se convertido em maior segurança financeira.

Segundo Ricardo Hiraki, especialista em educação financeira e sócio fundador da Plano Fintech, o principal entrave se dá na forma como o dinheiro circula ao longo do mês. “O problema não é quanto se ganha, mas a falta de clareza sobre como o dinheiro circula ao longo do mês”, afirma.

O quadro é reforçado pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), levantamento mensal da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com o estudo, cerca de 76% das famílias brasileiras convivem atualmente com algum tipo de dívida, com destaque para o uso recorrente do cartão de crédito.

Esse padrão costuma pressionar o orçamento logo no início do mês, quando parcelas, contas fixas e compromissos assumidos consomem parte relevante da renda antes mesmo de qualquer planejamento financeiro. Na prática, o salário entra, mas já encontra o espaço comprometido.

Os efeitos da desorganização financeira não ficam restritos ao ambiente doméstico. Estudos globais sobre bem-estar financeiro, conduzidos por consultorias como a PwC, indicam que o estresse relacionado a dinheiro afeta foco, produtividade e a tomada de decisão no trabalho. Para Hiraki, esse impacto é direto. “Educação financeira corporativa deixou de ser benefício acessório e passou a integrar estratégias de gestão”, observa.

A correção desse desequilíbrio, segundo o especialista, começa por medidas simples, mas contínuas. “Organização financeira não exige soluções complexas, mas disciplina e acompanhamento. Entender para onde o dinheiro vai devolve poder de escolha”, explica.

Nos últimos anos, cresceu também a procura por empresas especializadas em planejamento financeiro pessoal e corporativo, que oferecem diagnóstico, orientação prática e acompanhamento ao longo do tempo. Hiraki alerta, no entanto, para a necessidade de critério na contratação desses serviços. “É essencial buscar empresas com metodologia clara, atendimento humano e foco em educação, não na venda de produtos financeiros”, diz.

O primeiro passo, segundo ele, é criar uma base mínima de controle, com o levantamento de despesas fixas e variáveis. Em seguida, a revisão e a renegociação de dívidas ajudam a reduzir o peso dos juros e a liberar renda mensal. Por fim, a definição de metas financeiras claras contribui para orientar decisões de consumo e reduzir compras impulsivas.

Para Hiraki, adiar esse processo é um erro comum. “Ganhar mais sem organização cria apenas uma sensação temporária de alívio. É o planejamento que transforma renda em qualidade de vida”, conclui.

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