Rial enfatiza que “jamais transigiria com sua biografia” e disse que teve um papel de buscar a verdade ao longo dos nove dias em que comandou a empresa. “Ser líder não é ser corajoso, mas ser responsável e ético; não é ser herói ou heroína, mas ter a resiliência para defender a verdade e fazer o que é certo”, escreveu o ex-presidente da Americanas.
No texto, Rial justifica sua saída como necessária para que a empresa se reestruture da melhor forma possível, já que foi contratado para comandar as Americanas em um cenário completamente distinto.
Porém, ele afirma que mesmo com a saída, não pretende se descomprometer e pretende contribuir para a companhia da forma como for possível. “Vou, portanto, neste momento, continuar a contribuir com minhas capacitações, experiência, seriedade e transparência, seguindo sempre as premissas que nortearam toda minha trajetória profissional e pessoal”, disse.
Ele também destacou o trabalho do ex-diretor financeiro Andre Covre, agradeceu o apoio recebido do Conselho de Administração da Americanas e agradeceu a oportunidade e o aprendizado recebido nos nove dias em que comandou a empresa.
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