Embora o valor de transação não tenha sido divulgado, o Santander estima que cada A-29 seja precificado em aproximadamente US$ 12 milhões. Isso indica que o negócio representaria uma pequena, “mas bem-vinda”, adição de US$ 60 milhões ao backlog (encomendas) de Defesa e Segurança da Embraer. “Reconhecemos um risco de alta não desprezível para nossas estimativas, considerando a venda de equipamentos e serviços adicionais junto com as próprias aeronaves”, afirmaram os analistas Lucas Esteves, Lucas Barbosa e Victor Tani.
O Santander tem recomendação de Outperform (desempenho acima do mercado, equivalente à compra) para as ADRs (American Depositary Receipts, recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas) da Embraer, com preço-alvo de US$ 59, o que representa um potencial de alta de 56,2% em relação ao fechamento da última terça-feira (14).