A empresa explica que a variação do prejuízo em comparação ao lucro de um ano antes é explicada pela variação negativa no resultado financeiro, fruto resultado da desvalorização cambial sobre a dívida e sobre as operações com derivativos. Esse efeito foi somado à valorização cambial observada no quarto trimestre de 2023. Além disso, a elevação do Custo do Produto Vendido (CPV) e das despesas comerciais, gerais e administrativas (SG&A, na sigla em inglês) também influenciaram o resultado.
“Os fatores mencionados foram parcialmente compensados pelo montante positivo do IR/CSLL diferido (em oposição ao valor negativo do quarto trimestre de 2024, quando do resultado positivo de variação cambial sobre dívida e marcação a mercado dos derivativos) e pela elevação na receita líquida”, complementa a companhia.
A alta do Ebitda, por sua vez, foi resultado, segundo a companhia, da valorização do dólar médio em relação ao real médio e do maior volume de vendas em celulose e em papel. “Esses efeitos foram parcialmente compensados pelo maior CPV base-caixa, por sua vez relacionado a nova operação da Suzano Packaging US, e ao maior impacto das paradas programadas e maiores custos logísticos e maior SG&A. O Ebitda ajustado por tonelada teve um aumento de 22% devido aos mesmo motivos, ex-volume”, afirmou a companhia.
Já a elevação de 37% da receita líquida consolidada em relação ao mesmo período de 2023 é explicada principalmente pela valorização do dólar médio em relação ao real médio e pelo maior volume vendido de celulose.