No fato relevante, o fundo ressaltou que a varejista segue inadimplente, no entanto, pois não quitou o aluguel referente a janeiro com vencimento no mês passado relativo ao empreendimento Extrema Business Park I, localizado na cidade de Extrema, em Minas Gerais.
O imóvel está locado exclusivamente para a empresa e corresponde a cerca de 11% da área bruta locável (ABL) do VILG11. O aluguel devido pela varejista representa cerca de 14% das receitas totais do fundo.
Por conta do calote, no dia 15 de fevereiro, o FII, administrado pela BRL Trust e gerido pela Vinci Real Estate, comunicou que entrou com ação de despejo contra a Tok&Stok. O processo ainda segue em andamento e o contrato de locação vigente possui garantia por meio de seguro fiança com cobertura equivalente a 12 aluguéis.
Na época, a notícia afetou as cotas do VILG11 na B3, que encerraram o dia 16 de fevereiro com o pior resultado da Bolsa de Valores, em queda de 3,49%, a R$ 87,60. Nesta terça-feira, as cotas do fundo sobiam 1,06%, sendo negociadas a R$ 84,94, às 14h08.
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