As vendas alcançaram 87,8 bilhões de iuanes (13,56 bilhões de dólares), ante 53,54 bilhões de iuanes um ano antes, superando as expectativas de analistas de 84,53 bilhões de iuanes.
O lucro líquido cresceu 87,4%, para 6,32 bilhões de iuanes, também acima das projeções de analistas.
As sanções do governo dos EUA contra a rival da Xiaomi, a Huawei Technologies, prejudicaram efetivamente a divisão de smartphones da gigante da tecnologia e permitiram que a Xiaomi, juntamente com os fabricantes chineses de Android Oppo e Vivo, aumentassem suas participações de mercado.
A fatia da Xiaomi no mercado global de smartphones cresceu 83% no comparativo anual no trimestre encerrado em junho, de acordo com a empresa de pesquisas Canalys. Ela despachou 52,8 milhões de telefones, tornando-se a segunda marca mais vendida do mundo pela primeira vez em sua história, atrás do Samsung e à frente da Apple.
No mercado interno, no entanto, a empresa ainda está atrás da Oppo e da Vivo em termos de embarques de unidades brutas.
A Xiaomi também anunciou nesta quarta-feira que está adquirindo a startup de direção autônoma Deepmotion por aproximadamente 77,37 milhões de dólares, em uma tentativa de impulsionar seus próprios esforços de P&D na área, disse o presidente da empresa, Wang Xiang.
Em março, a companhia anunciou que gastaria 10 bilhões de dólares para entrar no setor de veículos elétricos. A empresa ainda não anunciou formalmente quaisquer parcerias ou planos para seu primeiro modelo.