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A sessão desta quinta-feira (5) foi novamente marcada por um ambiente externo cauteloso e maior aversão ao risco, movimento que tem predominado ao longo da semana. As tensões geopolíticas voltaram a sustentar a alta do petróleo, com o Brent avançando com firmeza, enquanto o dólar e os Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) mantiveram recuperação.
As bolsas em Nova York e na Europa encerraram em queda, refletindo apetite por risco reduzido, e os metais preciosos fecharam em baixa diante do fortalecimento da moeda americana.
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No Brasil, o Ibovespa acompanhou o tom negativo global e recuou 2,64%, aos 180.464 pontos, com giro financeiro de R$ 32 bilhões, pressionado pela Vale (VALE3) e pelos grandes bancos. A agenda doméstica trouxe a divulgação da PNAD Contínua, que mostrou alta na taxa de desemprego, influenciada pela sazonalidade do início do ano, mas ainda compatível com um mercado de trabalho resiliente.
No câmbio, o dólar avançou 1,32% frente ao real, cotado a R$ 5,29, enquanto a curva de juros voltou a subir acompanhando os Treasuries, mesmo após novas sinalizações do Banco Central sobre o início do ciclo de cortes.
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