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As bolsas internacionais encerraram esta quarta-feira em alta, em um ambiente de maior apetite ao risco após sinais de acomodação das tensões geopolíticas recentes. Declarações feitas durante o Fórum Econômico Mundial de Davos contribuíram para reduzir a percepção de risco nos mercados globais, favorecendo a busca por ativos mais arriscados.
Ao longo do dia, os rendimentos dos Treasuries recuaram, enquanto o índice dólar fechou em leve alta, indicando um ajuste pontual da moeda americana. Nesse contexto, o ouro manteve trajetória de valorização e o petróleo encerrou em alta, apesar da volatilidade.
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No mercado doméstico, a combinação entre melhora do cenário externo e fluxo estrangeiro sustentou um pregão amplamente positivo. O Ibovespa apresentou forte alta de 3,33%, encerrando aos 171.817 pontos, renovando máxima histórica, em uma sessão marcada porgiro financeiro excepcionalmente elevado, com atuação intensa de investidores e entrada expressiva de recursos no mercado local, especialmente em blue chips e ações do setor financeiro.
No câmbio, o dólar recuou 1,11% frente ao real, cotado a R$ 5,32, acompanhando o movimento favorável aos ativos de risco emergentes. Já a curva de juros futuros encerrou o dia em queda, em linha com o fechamento das taxas externas e o aumento da disposição ao risco. No mercado de commodities, o avanço do minério de ferro ao final da sessão reforçou o suporte ao desempenho da bolsa.
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