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Os mercados internacionais mostraram um tom mais construtivo nesta quarta-feira (18). Os índices de Nova York sustentaram alta moderada, embora tenham reduzido o ímpeto inicial após a divulgação da ata do Federal Reserve (Fed), o banco central americano.
O documento indicou que apenas alguns membros passaram a ver risco de deterioração das condições do mercado de trabalho, enquanto a maioria avaliou que esses riscos permanecem equilibrados. O texto também reforçou que eventuais cortes de juros dependem da continuidade da convergência da inflação para a meta.
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Na Europa, as bolsas encerraram em alta, apoiadas por balanços corporativos e pela desaceleração da inflação no Reino Unido. Entre as commodities, destaque para a forte alta do petróleo, em meio a tensões geopolíticas.
No Brasil, o Ibovespa recuou 0,24%, aos 186.016 pontos e giro financeiro de R$ 34,3 bilhões, pressionado principalmente pela queda da Vale (VALE3) e pelo desempenho negativo dos principais subíndices. No câmbio, o dólar avançou 0,20% frente ao real, cotado a R$ 5,24, acompanhando o fortalecimento da divisa americana no exterior.
Os juros futuros fecharam em queda, seguindo o apetite por risco observado mais cedo nos mercados globais. Na agenda doméstica, o Focus trouxe apenas ajustes marginais, com leve redução nas expectativas de inflação e estabilidade nas projeções de crescimento, câmbio e juros.
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