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No exterior, os mercados globais encerraram o dia em tom mais construtivo, apoiados por sinais de comunicação mais amistosa entre Estados Unidos e China, o que ajudou a aliviar, ao menos temporariamente, as preocupações com tensões geopolíticas.
O ambiente favoreceu o apetite por risco e sustentou o desempenho de Bolsas globais, com destaque para tecnologia, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuaram após semanas mais pressionadas. O dólar teve comportamento mais estável frente a outras moedas, em um cenário ainda marcado por cautela, com o petróleo encerrando a sessão em leve alta e mantendo-se em patamar elevado.
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No Brasil, o pregão acompanhou a melhora externa e favoreceu uma recuperação dos ativos após a volatilidade recente. O Ibovespa avançou 0,72%, aos 178.366 pontos, com giro financeiro de R$ 29,7 bilhões, apoiado por aparente fluxo estrangeiro e ajustes técnicos. Na curva de juros, os futuros cederam ao longo do dia.
No câmbio, o dólar recuou 0,45% frente ao real, a R$ 4,99, devolvendo parte do movimento da véspera em um ajuste de curto prazo. Ainda assim, o ambiente doméstico seguiu pedindo atenção, com prêmios de risco elevados limitando movimentos mais intensos.
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