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Ibovespa cai com pressão de juros e petróleo no radar; dólar sobe e tecnologia perde força no exterior

Aversão ao risco domina mercados nesta terça-feira, impulsiona Treasuries e derruba ações ligadas a commodities e juros no Brasil e em Wall Street.

Ibovespa recua mais de 1% com alta do dólar, avanço dos Treasuries e cautela global. Vale e Petrobras pressionam índice, enquanto Wall Street perde fôlego em meio a temores sobre inflação e juros. (Imagem: Adobe Stock)
Ibovespa recua mais de 1% com alta do dólar, avanço dos Treasuries e cautela global. Vale e Petrobras pressionam índice, enquanto Wall Street perde fôlego em meio a temores sobre inflação e juros. (Imagem: Adobe Stock)

As Bolsas de Nova York, começaram a sessão desta terça-feira (19) em tom mais defensivo, com investidores reagindo ao vai-e-vem das tensões geopolíticas e ao impacto disso sobre energia e inflação. Mesmo com o petróleo devolvendo parte da alta recente, a commodity ainda se mantém em patamar elevado, o que reforça a leitura de juros restritivos por mais tempo nas principais economias.

Nesse ambiente, os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano, voltaram a subir e o dólar ganhou tração frente a pares e moedas de emergentes, enquanto bolsas globais perderam fôlego — com realização mais evidente em tecnologia. O pano de fundo é um mercado tentando reprecificar o balanço entre risco, crescimento e inflação, em dia de agenda econômica mais vazia e sensível a manchetes.

No Brasil, a sessão reflete a mesma dinâmica: maior aversão a risco, dólar mais firme e abertura da curva de juros, especialmente nos vértices mais longos. Além do cenário externo (Treasuries e dólar), o mercado também embute um prêmio adicional de incerteza doméstica, o que tem puxado os Depósitos Interfinanceiros (DIs) para cima e reduzido o apetite por ações mais sensíveis a juros.

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Com isso, o Ibovespa inicia a tarde em uma queda de 1,30% aos 174.682 pontos, enquanto o câmbio opera em alta de 0,77% cotado aos R$ 5,04.

Na carteira do Ibovespa, as quedas são mais amplas, com destaque para o setor financeiro e outras ações sensíveis aos juros. Entre as blue chips, commodities mais fracas também pesaram: a queda do minério de ferro atingiu a Vale (VALE3), enquanto o recuo do petróleo penaliza Petrobras (PETR3; PETR4) e parte das petroleiras.

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