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Live E-Investidor

Qual é o impacto das finanças na saúde mental?

Live do E-Investidor debateu tema com as especialistas Ana Paula Hornos e Márcia Tolotti

  • Segundo pesquisa da plataforma Acordo Certo, 80% das pessoas endividadas afirmam ter alterações de humor
  • Três em cada quatro entrevistados também afirmaram que as dívidas causam dificuldades para dormir ou insônia

Pensar em dinheiro deixa você com ansiedade? A possibilidade de contrair dívidas ou de não conseguir alcançar um futuro confortável tira o seu sono? Você é um consumidor ou investidor compulsivo? Pois saiba que as finanças têm um impacto relevante na saúde mental dos brasileiros e esse assunto precisa ser discutido.

Nesta quarta-feira (1), o E-Investidor convidou a especialista em finanças e comportamento Ana Paula Hornos, que é colunista do E-Investidor, e a psicanalista Márcia Tolotti, que é especialista em educação financeira, para falar sobre o impacto das finanças na saúde mental e tirar dúvidas sobre o assunto.

Segundo pesquisa da plataforma Acordo Certo, 80% das pessoas endividadas afirmam ter alterações de humor. Três em cada quatro entrevistados também afirmaram que as dívidas causam dificuldades para dormir ou insônia. A existência de crises de ansiedade foi apontada por 74% dos participantes. Impactos na vida afetiva e na produtividade de tarefas foram destacados por 66% dos entrevistados.

Tolotti, que é psicanalista, afirma que a ansiedade acontece quando perdemos a sensação de controle das coisas, mesmo que efetivamente nunca estejamos com tudo em nossas mãos. “O primeiro passo é lidar com a incerteza, que faz parte da vida e das finanças. É ilusório dar conta de tudo”, ressalta.

Para Hornos, os próprios mecanismos de precificação do mercado financeiro já são baseados em situações que remetem à ansiedade, como a previsão do futuro. “É preciso ter cautela, criar ferramentas para ter musculatura emocional e assim ter uma boa performance tanto na vida pessoal quanto nas finanças”, alerta.

A ansiedade também pode ser causa, e consequência, do endividamento. Ou seja, pode tanto ser o motivo para o gasto desenfreado como também se resultado de dívidas que a pessoa acumulou. No entanto, independentemente do ponto de partida, as especialistas dizem que o essencial é desenvolver o autoconhecimento para achar a raiz do problema e assim poder buscar ajuda para resolver tanto a questão da saúde mental como a financeira.

Na hora de pedir ajuda é importante quebrar o tabu da vergonha, que pode impedir de resolver problemas que às vezes não são tão complicados, deixar de lado a culpa e entender que são situações que podem acontecer com qualquer pessoa.

“O fato de buscar ajuda para mudar o rumo das próprias decisões é demonstrar coragem. Assim, o primeiro passo é admitir que não estamos dando conta e assumir que pode-se melhorar. Depois vem a estratégia, criar um plano para se livrar das dívidas”, afirma Tolotti.

Confira a discussão completa na live do E-Investidor.

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