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Os mercados globais encerraram o dia em alta, apesar do avanço de cerca de 3% do petróleo, que manteve o foco dos investidores nas tensões geopolíticas e nos riscos para a oferta da commodity. A escalada adicionou preocupação ao cenário energético, mas não impediu que bolsas no exterior registrassem ganhos, apoiadas pela queda dos rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) e pelo enfraquecimento do dólar frente a pares.
O minério de ferro também fechou em alta em Dalian, contribuindo para o desempenho de setores cíclicos.
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No Brasil, o Ibovespa acompanhou o tom positivo do exterior e subiu 0,30%, aos 180.410 pontos, impulsionado pelo avanço das commodities metálicas e por ajustes pontuais em grandes ações.
A curva de juros, que havia recuado ao longo do dia após novas atuações do Tesouro, inverteu o movimento no fim da sessão e passou a subir nos principais vértices, refletindo um ambiente de maior cautela e reposicionamento técnico dos investidores na véspera do Comitê de Política Monetária (Copom).
Já a ponta curta manteve oscilações mais contidas, alinhada à expectativa consolidada de corte moderado da Selic, a taxa básica de juros. No câmbio, o dólar recuou 0,57%, cotado a R$ 5,20, acompanhando o movimento internacional. O giro financeiro somou R$ 27 bilhões.
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