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Mercados internacionais fecham em clima de cautela, enquanto Ibovespa avança apoiado por petróleo e grandes bancos

Bolsas de Nova York e Europa registraram queda; Ibovespa sobe 1,35% aos 188.534 pontos, com giro financeiro de R$ 29 bilhões

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A sessão desta quinta-feira (19) terminou em clima de cautela nos mercados internacionais, com as bolsas em Nova York e na Europa em queda diante da reavaliação de riscos no setor de tecnologia e da expectativa pelos próximos dados da economia americana.

Investidores aguardam a divulgação do PIB e do PCE, principal indicador de inflação norte americano, dos Estados Unidos, que saem nesta sexta-feira às 10h30 e podem redefinir expectativas para a trajetória de juros do Federal Reserve (Fed), o banco central estadunidense.

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Tensões geopolíticas mantêm o apetite ao risco contido, enquanto o petróleo encerrou o dia em alta e os juros dos Treasuries exibiram movimentos mistos após o leilão do Tesouro. A liquidez reduzida em metais por causa do feriado na China também pressionou mineradoras no exterior.

Na B3, o Ibovespa mais uma vez se descolou das principais bolsas globais e avançou 1,35% aos 188.534 pontos, apoiado principalmente pelo desempenho do setor de petróleo, gás e grandes bancos, com giro financeiro de R$ 29 bilhões e sinais ainda favoráveis de fluxo estrangeiro.

No câmbio, o dólar recuou 0,26% frente ao real, cotado a R$ 5,23, sustentado por entradas comerciais e pelo diferencial de juros que segue atrativo, mesmo com a divisa americana mais firme no exterior. Nos juros futuros, a curva doméstica registrou alta moderada ao longo dos vencimentos, refletindo ajustes pontuais em um dia de liquidez mais contida.

No cenário doméstico, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR) mostrou leve perda de fôlego no fim do ano, com acomodação de indústria e serviços e alguma retomada no agro, reforçando a leitura de desaceleração gradual da economia brasileira

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