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Investimentos

Emissão de valores mobiliários sobe 50% no 1º trimestre, aponta CVM

Houve um aumento em praticamente todas as categorias de títulos específicos, com destaque para as debêntures

Por Cecília Mayrink

29/04/2024 | 18:34 Atualização: 29/04/2024 | 18:34

 (Foto: Envato)
(Foto: Envato)

O ano de 2024 está se destacando pela notória alta na emissão de valores mobiliários. Durante o primeiro trimestre, o total emitido foi de R$ 175.9 bilhões. Esse valor é 50% superior ao resultado apresentado no mesmo período de 2023, que foi de R$ 118.3 bilhões. Os dados constam no Boletim Econômico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), produzido pela Assessoria de Análise Econômica, Gestão de Riscos e Integridade (ASA) da autarquia.

Leia mais:
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Em relação aos títulos específicos, foi observado um aumento em praticamente todas as categorias. O destaque é das debêntures, cuja emissão foi de R$ 77.2 bilhões, sendo que no ano anterior esse montante correspondeu a R$ 44.3 bilhões.

As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas para uso dos recursos em projetos específicos. Elas funcionam, portanto, como um “empréstimo” concedido pelo investidor à companhia que, em troca, fornece uma remuneração futura de juros na data do vencimento do ativo.

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Outro dado que se destaca no boletim é número de regulados pela CVM, uma vez que houve o crescimento de 6% e chegou à marca de 87.155 participantes.

O grupo com maior crescimento anual foi o setor de plataformas eletrônicas de investimento participativo (crowdfunding), com 27% de aumento de regulados.

Vale lembrar que, segundo a CVM, são considerados valores mobiliários títulos ou contratos de investimento coletivo que gerem direito de participação, de parceria ou remuneração. Esses papéis são colocados em oferta por empresas que pretendem captar dinheiro no mercado para investir na ampliação de seus negócios.

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