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Dólar hoje: moeda fecha em queda à espera da decisão do Copom

As oscilações foram modestas, com variação de pouco menos de 4 centavos entre a mínima e a máxima

Por Antonio Perez

07/05/2024 | 17:54 Atualização: 07/05/2024 | 17:54

O dólar atingiu a sua maior cotação desde agosto de 2022. (Foto: Adobe Stock)
O dólar atingiu a sua maior cotação desde agosto de 2022. (Foto: Adobe Stock)

Com trocas de sinal ao longo do pregão, o dólar à vista encerrou a sessão desta terça-feira (7) em queda de 0,13%, a R$ 5,0673. Como ontem, as oscilações foram modestas, com variação de pouco menos de quatro centavos entre a mínima (R$ 5,0494) e a máxima (R$ 5,0842). Na ausência de indicadores relevantes para guiar os negócios, investidores adotam postura cautelosa à espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central nesta quarta-feira (8).

Leia mais:
  • Ibovespa hoje: índice fecha acima de 129 mil pontos à espera de decisão do Copom
  • Bolsas de NY fecham estáveis, de olho nas perspectivas para o Fed e balanços
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Analistas observam que a formação da taxa de câmbio se deu sob forças opostas. Jogaram a favor do real os sinais de que o auxílio financeiro ao Rio Grande do Sul não se converterá em uma brecha para aumento indiscriminado de gastos e abandono, mesmo que informal, das metas fiscais. De outro lado, exerceu pressão sobre o dólar no mercado doméstico o fortalecimento da moeda americana no exterior, na esteira de declarações mais duras de dirigente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

O head da Tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, observa que não houve fatos ou indicadores que pudessem mexer de forma significativa com o dólar, o que explica as oscilações modestas da taxa de câmbio ao longo do pregão. Ele vê o desempenho do real ainda muito ligado ao comportamento das taxas dos Treasuries no curto prazo, que refletem as expectativas para o rumo da política monetária americana.

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Por aqui, Weigt acredita que o Copom deve reduzir o ritmo de cortes da taxa Selic, anunciando amanhã uma redução em 0,25 ponto porcentual, para 10,50% ao ano. “As expectativas de inflação para o ano que vem estão desancoradas e subindo. Se o Copom cortar 0,50 ponto porcentual, vai afetar o câmbio aqui. Podemos ter uma pequena subida. Ainda mais com as taxas dos Treasuries precificando só um corte de juros nos EUA”, dia Weigt.

Em live promovida pela Warren Investimentos, o CIO e sócio-fundador da Armor Capital, Alfredo Menezes, disse que o Banco Central “não teria nada a perder” se, em vez de um corte de 0,50 ponto nesta reunião, optasse por dois cortes de 0,25 ponto nos dois próximos encontros do colegiado.

Para Menezes, houve certa melhora recente no câmbio, após um momento de muito estresse, mas há questões que justificariam uma postura cautelosa por parte do BC. Entre esses pontos de incerteza, ele citou o desastre ambiental no Rio Grande do Sul, que pode provocar impactos na inflação e levar a mais gastos públicos.

Ontem à noite, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de decreto legislativo que decreta calamidade pública no Rio Grande do Sul e retira da meta de resultado primário os recursos que serão desembolsados para recuperação do Estado. Temia-se que a opção escolhida fosse uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ideia defendida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco(PSD-MG) e pela Executiva Nacional do PT. Em tese, a PEC abriria espaço maior para expansão dos gastos públicos sem controle da equipe econômica.

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A economista Cristiane Quartaroli, do Ouribank, afirma que as oscilações contidas do dólar ontem e hoje refletem a postura cautelosa dos investidores em razão das incertezas que cercam a decisão de amanhã do Copom, com apostas tanto em manutenção do ritmo de cortes da Selic em 0,50 ponto porcentual quanto em uma redução menor, de 0,25 ponto.

“Hoje tivemos uma pequena queda do dólar, mas o mercado está bastante parado. Se o BC reduzir a Selic em 0,50 ponto, pode ser ruim, em um primeiro momento, do ponto de vista de fluxo externo. Mas pode ter impacto positivo mais à frente com a percepção de crescimento maior da economia com juros menores”, afirma Quartaroli.

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