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Um recado para a nova geração de investidores

Eles tendem a acreditar que, independente da queda, os preços sempre voltam. Mas as coisas não são bem assim

Por Fabrizio Gueratto

28/09/2021 | 7:59 Atualização: 28/09/2021 | 7:59

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(Fonte: Shutterstock)
(Fonte: Shutterstock)

Com os últimos acontecimentos financeiros do Brasil, a nova geração de investidores tende a acreditar que, independente da queda, os preços sempre voltam. Porém, as coisas não são bem assim.

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O histórico da nossa economia diz justamente o contrário: os preços podem voltar, mas existe a possibilidade de continuar em queda. Quando eu fiz meu primeiro aporte em ações, investi na Petrobras (PETR3 e PETR4), num valor de R$ 50. Desde então, já aconteceram diversas crises.

A estatal passou por uma grande dificuldade financeira, devido à Operação Lava Jato, e mesmo assim o preço da ação nunca mais voltou para o patamar de R$ 50.

Momentos de crise

Eu digo com base na minha experiência ao longo dos anos: é quase um movimento natural que as bolsas ao redor do mundo tenham seus períodos de queda. É exatamente por isso que eu, Fabrizio Gueratto, não tenho feito mais aportes.

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Em vez de assumir mais posições, eu tenho focado em aumentar minha reserva de oportunidade, pois ainda há de surgir uma queda de uma empresa muito sólida e que em um longo prazo irá garantir uma boa rentabilidade.

Porque não estou fazendo novos aportes?

Somente casos excepcionais me fariam pensar em um novo aporte, como é o caso de Méliuz (CASH3). Após uma entrevista com o Diretor de Relações com Investidores, Luciano Valle, eu realmente comecei a me interessar pela empresa e com certeza irei estudar um possível aporte.

Outro caso, que é um ponto fora da curva da minha atual posição no mercado, são as criptomoedas. Especificamente, estou falando do Bitcoin (BTC), que teve uma queda considerável. Isso me fez aumentar meu patrimônio para um número próximo de 10% em criptomoedas. Além disso, tenho feito também aportes no exterior.

Dois problemas para a retomada econômica

O que mais me preocupa, quando se analisa com base no risco e retorno de um investimento, são duas situações que o País tem passado. A crise hídrica cada vez mais tem deixado claro que a possibilidade de um racionamento é muito alta, o que vai demonstrar que o Brasil não é um lugar seguro para investir.

Em 2022, teremos as eleições presidenciais. Notoriamente, a disputa será focada entre a esquerda e direita. E como já é tradição aqui nas terras tupiniquins, é certo que ao se aproximar da data da votação deveremos observar uma grande instabilidade no País.

Não é por achismo que digo isto, mas devido à maneira que nossas eleições tem em funcionado ao longo dos anos. É super comum que, assim que a votação se aproxima, o governo abra a torneira de gastos. É provável que alguma distribuição de dinheiro deve ocorrer em 2022.

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As subidas da taxa básica de juros, a Selic, de 5,25% para 6,25%, na tentativa “desesperada” de conter a inflação, demonstram como esta agenda eleitoral já se iniciou, assim como as declarações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro no último 7 de setembro.

Vale lembrar que este foi o quinto aumento consecutivo da Selic, e a terceira vez em que a taxa subiu 1 ponto percentual.

Leia sobre o aumento da Selic aqui

Assista ao vídeo exclusivo sobre a possível queda do Ibovespa:

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