Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para dezembro avançou 1,29%, a US$ 4,3990 a libra-peso. O cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME), por sua vez, subia 1,26%, a US$ 9.638,00 por tonelada, às 15h10 (de Brasília).
Em outubro, a China atingiu um superávit comercial recorde, com crescimento maior que o esperado das exportações e menor que o previsto das importações. Mesmo assim, destaca o Commerzbank, o país asiático importou 411 mil toneladas de cobre no mês passado, o que representa uma leve alta na comparação com setembro. “O aumento das importações de minério de ferro e cobre também contrasta com a aparente desaceleração do crescimento da demanda”, diz a Capital Economics. A consultoria britânica avalia, contudo, que esse resultado não deve se traduzir em uma tendência de alta contínua da demanda da China por esses metais.
Apesar das avaliações mistas sobre a balança comercial da segunda maior economia do mundo, o cobre foi beneficiado pela queda do dólar ante pares na sessão. Quando a moeda americana se desvaloriza, as commodities ficam mais baratas e, portanto, mais atrativas para aqueles que negociam com outras moedas.
Entre outros metais negociados na LME, no horário acima, a tonelada do alumínio subia 1,88%, a US$ 2.604,50, a do chumbo avançava 0,15%, a US$ 2.358,00, a do níquel ganhava 0,91%, a US$ 19.610,00, a do estanho tinha alta de 0,92%, a US$ 37.400,00 e a do zinco tinha ganho de 1,49%, a US$ 3.276,50.