Em NY, os índices operavam a pouco no campo negativo. Apesar do dado chinês, o recrudescimento de tensões entre os EUA e a China e alguns dados econômicos norte-americanos abaixo das expectativas justificaram o mau humor entre os investidores. O resultado do comércio varejista dos EUA decepcionou, tendo as vendas no varejo caído 16,4% em abril ante março, ficando mais negativas do que as previsões, de declínio de 12,3%.
Ibovespa
No Brasil, às 14h, o Ibovespa operava com queda de 1,2%, muito próximo aos 78 mil pontos, seguindo a tendência dos índices acionários norte-americanos.
Além disso, as preocupações com as notícias relacionadas ao coronavírus e o cenário político justificam a maior aversão ao risco por aqui.
Já o IBC-Br do Banco Central mostrou queda em março de 5,9%. Os resultados ficaram menos negativos do que a mediana das projeções, de -6,0%, enquanto no primeiro trimestre caiu 1,95% (mediana de -2,05%). O indicador de março, ainda não contabilizou todo o efeito da pandemia, cujo maior agravamento tem ocorrido em maio.
Neste cenário, o dólar operava em alta no início da tarde. No campo corporativo, os investidores repercutem também os balanços da Petrobras, Suzano, CCR, entre outros, que foram divulgados ontem, após o fechamento do mercado.
Entre as maiores quedas do Ibovespa, destaque para Pão de Açúcar e Cyrela. Do lado positivo, as ações da B3, Gol e Braskem.