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Colunista

O que é melhor no atual momento: renda fixa ou investir em ações?

Investidores tem percepção equivocada de que só se ganha dinheiro na Bolsa

Por Marilia Fontes

25/02/2022 | 7:15 Atualização: 25/02/2022 | 7:15

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Renda fixa, muitas vezes, tem desempenho melhor do que renda variável. (Foto: Envato)
Renda fixa, muitas vezes, tem desempenho melhor do que renda variável. (Foto: Envato)

Quando o mercado acreditava que a renda fixa tinha morrido, em 2020, e que agora teríamos que focar em Bolsa, a renda fixa atacou novamente!

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Em 2021, a bolsa caiu 12,53%, enquanto o Tesouro Selic rendeu 4,40% positivo. Foi o clássico ano em que era melhor ter ganhado pouco a ter perdido dinheiro.

É um erro bem comum de investidores iniciantes acreditarem que só vão ganhar dinheiro se investirem em bolsa.

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Se pegarmos os últimos 14 anos, vamos constatar que em apenas 42% deste período de tempo o Ibovespa rendeu mais do que o Tesouro Selic. Se incluirmos na disputa os títulos indexados a inflação longos, então descobriremos que o Ibovespa só ganhou desses títulos em 14% das vezes.

Em 2016, os títulos públicos renderam até 44% por cento. Em 2019, foram 59%. São retornos bem agressivos, não são?

Não estou querendo dizer aqui que a Bolsa é sempre pior. Em épocas de forte expansão econômica — com alta de juros —, como aconteceu em 2007, a Bolsa subiu 42%, enquanto a renda fixa rendeu 11,87% (com alguns títulos inclusive dando retornos negativos).

Isso significa que há um momento certo para cada tipo de investimento. Temos períodos em que a renda fixa impera, e outros em que a Bolsa dá um show.

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Não por outro motivo, ambas (renda fixa e Bolsa) são os investimentos preferidos dos poupadores que não investem na poupança.

A diferença é que alguns investidores acreditam que só é possível ganhar dinheiro de verdade com ações. Isso, sim, está errado!

A renda fixa não é só um título para investir e deixar guardado na gaveta. Digo mais: a renda fixa não se resume a um título apenas. Temos, no Tesouro Direto, três tipos diferentes de papéis e cada um funciona de uma forma.

O Tesouro Selic, por exemplo, é aquele título conservador que rende sempre a Selic e não perde com as variações das taxas de mercado. Temos também os pré-fixados, que ganham muito com as quedas das taxas de juros. Além disso, existem também os indexados à inflação, que possuem um seguro embutido contra a alta da inflação.

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Fazendo uma analogia com o jogo de xadrez, é como se cada título do Tesouro fosse uma peça no tabuleiro. Cada peça se move de um jeito diferente e, assim sendo, deve ser utilizada como tal com o objetivo de conquistarmos a vitória.

O estrategista/investidor tem que conhecer a forma correta de cada peça se mover, e utilizar uma de cada vez, para dar o xeque-mate. Não adianta querer utilizar um peão para avançar três casas em diagonal.

A economia muda constantemente, e isso se reflete na Bolsa, assim como nas taxas de juros do mercado. Da mesma forma que escolhemos setores defensivos para investir em ações, podemos usar títulos defensivos também em épocas de baixa nos juros.

Da mesma forma que aumentamos nosso beta na Bolsa em épocas de expansão, aumentamos também nosso risco nos juros, visando retornos mais agressivos.

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Investir em renda fixa não é comprar um título e esquecê-lo na gaveta. Imagine você optar por somente utilizar o cavalo no jogo de xadrez. Não faz sentido, faz? Se temos dois cavalos, dois bispos e uma rainha, para não falar das torres e do rei, vamos usar todos! Vamos para cima!

Existe uma guerra lá fora. Temos atualmente um ano de eleições no Brasil que promete ser bastante polarizada e dificultada pela recessão econômica que estamos vivendo. Temos também instabilidades geopolíticas, como o conflito entre Rússia e Ucrânia, e todos os riscos inerentes a isso. Sem contar o início de aumento das taxas de juros nos EUA, que tentam controlar uma inflação de 7,5% ao ano e podem surpreender bastante o mercado.

Agora não é a hora do céu de brigadeiro para as ações. Seria como se você tivesse poucas peças no seu tabuleiro de xadrez, mas optasse por atacar o oponente ao invés de focar em se defender.

Para corrermos o risco das ações, nossa barra de exigência de retornos potenciais tem que estar muito mais alta. Temos que investir apenas naquelas ações em que acreditamos muito, que estão entregando resultados positivos e muito consistentes.

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Vai ter o momento de se aventurar com mais coragem. De aceitar correr mais riscos do que o normal. Mas para se expor a esse tipo de risco, temos que acreditar em um cenário mais benigno, de crescimento econômico, aumento do emprego, da renda, das vendas.

Quando a maré está favorável, até remador iniciante vai longe. Quando a maré está contrária, nem os profissionais andam pra frente.

E o melhor de tudo: ser conservador hoje em dia está te pagando aproximadamente juros de 1% ao mês. Tem coisa melhor do que isso?

Enquanto o mundo rende 1% ao ano, e precisa correr riscos para sair do lugar, o Brasil para no seu título mais conservador este retorno ao mês.

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Não pensem que só dá para ganhar dinheiro com ações. Dá pra ganhar muito dinheiro com renda fixa.

Use suas peças de forma estratégica. Não pensando em ganhar muito sempre. Mas pensando em vencer a guerra. Ora será preciso atacar. Ora será necessário se defender.

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