• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

Por que os países aplicam sanções financeiras para barrar a Rússia

Conflito duradouro poderia causar graves prejuízos à economia do país que invadiu a Ucrânia

Por Isabela Moya

02/03/2022 | 8:53 Atualização: 02/03/2022 | 9:37

O presidente da Rússia, Vladimir Putin. Foto: AP
O presidente da Rússia, Vladimir Putin. Foto: AP

Desde a invasão russa na Ucrânia na última quinta-feira (24), diversos países aplicaram sanções financeiras ao Banco Central da Rússia. Na segunda-feira (28), Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França, Canadá e Suíça – esta última tradicionalmente neutra em conflitos geopolíticos – anunciaram mais punições ao BC russo ou a lideranças empresariais do país.

Leia mais:
  • Bancos dos EUA preparam ataques digitais após sanções à Rússia
  • O que é Swift, o sistema que pode isolar a Rússia
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O objetivo é pressionar o governo de Vladimir Putin a acabar com o conflito no leste europeu, limitando a capacidade financeira russa e impedindo que o país tenha capital para financiar a continuidade da guerra.

As sanções financeiras consistem, em suma, em proibir cidadãos e órgãos financeiros do país de realizar transações comerciais com instituições financeiras russas e bloquear investimentos e reservas da Rússia no país.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Thiago de Aragão, mestre em Relações Internacionais, diretor de estratégia da Arko Advice e colunista do E-Investidor, explica que o intuito principal das sanções é isolar a Rússia de acesso financeiro e “secar a fonte financeira pra que ela não consiga abastecer a máquina”.

Ele ainda pontua que foram feitas sanções em cima de indivíduos para tentar gerar uma cisão dentro do governo. “O objetivo é afetar a questão pessoal de cada indivíduo, seus familiares, e assim aumentar a pressão interna para que uma mudança de rumo ocorra”.

Em alguns países, as punições também passam pelo campo empresarial. A França, por exemplo, anunciou estar se preparando para confiscar todos os bens de autoridades e líderes empresariais russos que estão sendo alvo de sanções da União Europeia (UE). Já a multinacional britânica BP informou que irá se desfazer da sua participação na petrolífera estatal russa Rosneft.

A companhia norueguesa de energia Equinor anunciou que interrompeu novos investimentos na Rússia e iniciou o processo de saída de suas joint ventures russas. “Esperamos que a decisão de iniciar o processo de saída de joint ventures na Rússia afete o valor contábil dos ativos russos da Equinor e leve a prejuízos”, destacou a empresa.

Publicidade

“As pressões em cima dos empresários russos são pra que eles se sintam diretamente afetados e coloquem uma pressão ainda maior em cima do governo russo, principalmente em cima do Putin, para interromper o processo de invasão”, explica Aragão.

O impacto na economia russa

O tamanho do prejuízo financeiro ainda é difícil de estimar, uma vez que não se sabe quanto tempo o conflito vai durar, afirma Aragão. “Se o Putin interrompesse agora [a invasão], obviamente as sanções não iriam todas cair, mas ele poderia colocar algumas – principalmente a do Swift – na mesa de negociação para sair da da Ucrânia”.

Mas se a guerra perdurar, como tem demonstrado, a situação econômica russa pode ficar “caótica”, segundo o especialista. O rublo russo, moeda oficial do país, continuaria perdendo valor, o governo poderia imprimir mais moeda e gerar um cenário de alta inflação.

“As reservas russas não valem nada, porque elas são líquidas e basicamente estão em cima de títulos do tesouro de outros países, então basta os países não honrarem os títulos que os russos possam vir a querer vender”, aponta.

Para Aragão, em tese, toda a pressão econômica em cima da Rússia poderia fazer com que Putin recuasse com a invasão, mas o perfil do líder russo não demonstra que essa alternativa esteja próxima. “Se as pressões funcionarem e o Putin recuar, isso é uma imensa demonstração de fraqueza por parte dele, que vai acabar minando a sua popularidade ou a sua unanimidade dentro do governo russo. Ele não tem nenhuma saída. Então pela característica dele e o que vem demonstrando, no momento, ele está pagando pra ver”, avalia.

Publicidade

*Com informações do Broadcast/Estadão.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • Guerra
  • Guerra comercial
  • Rússia
Cotações
06/02/2026 3h06 (delay 15min)
Câmbio
06/02/2026 3h06 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo

  • 3

    Ouro despenca, dólar sobe: o que a correção dos metais revela sobre proteção, especulação e o erro do investidor

  • 4

    Temporada de balanços: lucro dos grandes bancos deve cair quase 10% com o peso do Banco do Brasil (BBSA3)

  • 5

    XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: o calendário de pagamentos 2026 já foi divulgado?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: o calendário de pagamentos 2026 já foi divulgado?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: o que pode ser consultado na plataforma do programa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: o que pode ser consultado na plataforma do programa?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: último sorteio será realizado nesta semana; saiba quando
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: último sorteio será realizado nesta semana; saiba quando
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja como saber se você tem direito pelo CPF
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja como saber se você tem direito pelo CPF
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como retirar o botijão usando o CPF?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como retirar o botijão usando o CPF?
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Últimas: Negócios
Trillia: novo projeto da B3 une negócios de dados e mira resultado recorrente para a empresa
Negócios
Trillia: novo projeto da B3 une negócios de dados e mira resultado recorrente para a empresa

Bolsa brasileira reúne sob o mesmo “guarda-chuva” PDTec, Neoway, Neurotech e DataStock

05/02/2026 | 14h25 | Por Beatriz Rocha
Banco do Brasil tem novo comando nas operações em Nova York
Negócios
Banco do Brasil tem novo comando nas operações em Nova York

Com mais de três décadas no BB, Maurício Itagyba se tornou o novo gerente geral da unidade nos EUA

04/02/2026 | 17h16 | Por Aline Bronzati
Portabilidade de crédito via Open Finance entra em operação no Brasil; entenda como irá funcionar
Negócios
Portabilidade de crédito via Open Finance entra em operação no Brasil; entenda como irá funcionar

Por enquanto, o serviço está limitado a operações de crédito pessoal sem consignação; entrada de consignado do INSS deve começar em novembro

03/02/2026 | 18h37 | Por Marianna Gualter
Petrobras eleva reservas de petróleo a 12,1 bi de barris; Genial e Santander veem efeito limitado em PETR4
Negócios
Petrobras eleva reservas de petróleo a 12,1 bi de barris; Genial e Santander veem efeito limitado em PETR4

Corretoras destacam necessidade de adição de novos projetos exploratórios; confira as recomendações e preços-alvo para o papel da estatal

30/01/2026 | 11h23 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador