• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Especialistas indicam investimentos para se proteger das eleições

As eleições de outubro já fazem preço na bolsa de valores e têm afastado a alocação de recursos no País

Por E-Investidor

29/07/2022 | 3:00 Atualização: 29/07/2022 | 7:55

Período de eleições tende a trazer insegurança para investidores, independentemente dos candidatos em destaque. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
Período de eleições tende a trazer insegurança para investidores, independentemente dos candidatos em destaque. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

(Natália Coelho, especial para o E-Investidor) – Anos eleitorais representam momentos de incertezas e flutuações no mercado de capitais. De acordo com a Janus Henderson Investors, gestora global com cerca de US$ 330 bilhões sob gestão, além de toda a incerteza global, as eleições presidenciais de outubro já estão fazendo preço na bolsa de valores e têm afastado a alocação de recursos no País.

Leia mais:
  • Veja os 35 fundos imobiliários que rendem mais que a Selic
  • Como nova alta de juros nos EUA afeta o dólar e a bolsa no Brasil
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Olhando de fora, a bolsa brasileira realmente parece barata e não há dúvida sobre isso. Mas estamos cautelosos com o mercado brasileiro. Tem a dinâmica eleitoral, a incerteza política e algumas pressões sobre os consumidores que ainda precisamos ver como vai impactar o sistema bancário”, disse Matt Peron, gerente de portfólio na Janus, nesta entrevista.

Entre a renda variável, mais agressiva, e a renda fixa, mais conservadora, o E-Investidor procurou especialistas para ter recomendações de ativos para investir durante a instabilidade e se proteger de outros fatores de risco, como o aumento da inflação ou novos ajustes nas taxa de juros.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Veja as recomendações a seguir:

Nord Research

O sócio e analista da Nord Research, Guilherme Tiglia, destaca que uma boa forma de investir com um pouco mais de segurança na renda variável é focar em empresas que oferecem serviços indispensáveis. O analista indicou três ações de empresas de energia para investir, de forma a se proteger dos possíveis riscos fiscais e inflacionários das eleições.

1. EDP Brasil (EENBR 3)

Companhia integrada do setor elétrico, com geração, distribuição e transmissão, a EDP Brasil conta com cerca de 35% de seu Ebitda, indicador financeiro utilizado para medir os resultados de uma empresa, a partir da distribuição de energia. Segundo Tiglia, a EDP Brasil vem apresentando um crescimento consistente ao longo dos anos.

“Em meio a um cenário inflacionário, que leva ao aumento nos juros e nas despesas financeiras das empresas, companhias que apresentam a capacidade de reajustes periódicos, com segurança e poder de repasse, conseguem ser destaques durante a turbulência que vivemos”, diz.

2. Engie Brasil (EGIE3)

Tiglia destaca que investir na Engie Brasil é uma forma de diversificar o portfólio para outras frentes de atuação no setor. Focada em transmissão de energia, ele defende que a empresa vem diminuindo sua exposição ao risco hidrológico por meio de investimentos em fontes renováveis, como eólica e solar.

Isso significa que, com uma possível normalização no cenário hidrológico do País, a empresa deverá apresentar um maior potencial de geração de resultados.

“A Engie possui uma série de características positivas. Há um excelente histórico de execução da gestão, boa administração, retorno aos acionistas em patamares elevados, alavancagem financeira controlada, previsibilidade e solidez nos resultados e projetos em andamento”,diz. “Todas elas contribuem para a distribuição de proventos aos acionistas, sendo uma ótima escolha para quem quer receber dividendos em 2022.”

3. ISA Cteep (TRPL4)

Por fim, a ISA Cteep (TRPL4) é uma empresa de transmissão de energia elétrica que, por não depender do volume de energia, mas da disponibilidade das linhas, é vista como vantajosa pelo analista. Seus contratos são reajustados de acordo com a inflação, de forma que são bons negócios para garantir a proteção frente às incertezas políticas.

Publicidade

“Em meio a um cenário inflacionário, que leva ao aumento nos juros e nas despesas financeiras das empresas, companhias que apresentam a capacidade de reajustes periódicos, com segurança e poder de repasse, conseguem ser destaques durante a turbulência que vivemos.só transmissão”.

Fatto Capital

A assessora de investimentos e sócio-fundadora da Fatto Capital, Cristina Atalla, indica a renda fixa como forma de se proteger do cenário de incertezas. Ela também sugere fundos imobiliários, mas lembra que os ativos também enfrentam oscilações no mercado e devem ser adicionados com precaução na carteira, a depender do perfil de investidor.

1. Renda Fixa indexada ao IPCA

Como forma de proteger o patrimônio, o investimento da renda fixa indexada ao IPCA é uma boa opção de conseguir segurar as flutuações da economia. Segundo Atalla, por correção com o IPCA, ou seja, ao custo de vida, o produto pode garantir uma segurança maior sobre o poder de compra.

“O IPCA é um título híbrido porque tem a indexação do IPCA, que é a proteção da inflação, mais uma taxa pré-fixada. Com a compra desse papel, o investidor rentabiliza acima da inflação”, destaca.

Em tempo: há três formas de comprar os títulos. Via Tesouro Selic IPCA (mais seguro de todos por ser emitido pelo Governo, mas com incidência no Imposto de Renda e com taxas menores); crédito privado (título de dívidas de empresas, isentos do IR, mas com riscos maiores – como a falência da empresa, por exemplo); e Certificados de Depósito Bancário, os CDBs (emitidos por instituições financeiras, com incidência do IR, mas que conta com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito, associação que protege os investidores).

2. Renda Fixa pós-fixada

Por ter um percentual do CDI, a renda fixa pós-fixada é um investimento que, segundo Atalla, tem uma correlação com a inflação e serve como proteção, visto que o título acompanha as movimentações do merccado.

“Se você tem um papel que te corrija uma porcentagem do CDI, não importa como esteja o índice naquele momento, você sempre vai ganhar acima”, diz.

3º papel – Fundos Imobiliários

A especialista recomenda ainda os fundos imobiliários (FIIs), especialmente os que têm composição de papéis de dívidas. Segundo Atalla, os ativos são interessantes para os momentos de incertezas futuras, já que são indexados ou pelo CDI ou pela inflação. Apesar dessa vantagem, vale ressaltar que os FIIs são produtos de renda variável, portanto, não existe uma garantia de rentabilidade.

Publicidade

“Quando falamos de diversificação de investimentos, o investidor pode ter na carteira dele até 7% dos investimentos em renda variável. Porém, é importante que ele aceite que esse pedaço vai sofrer volatilidade”, afirma.

Criteria Investimentos

Segundo Vitor Miziara, assessor de investimentos e sócio da Criteria Investimentos, seguir na renda fixa ou se aventurar levemente no mercado de ações são formas de se proteger da volatilidade e de uma possível alta de juros. Ele destaca empresas essenciais, como saúde, energia e bancos.

1. Renda fixa pós-fixada

Miziara diz que o ideal é seguir com ativos que acompanham a oscilação de juros. Ele também recomenda a renda fixa pós-fixada como uma das melhores opções para seguir com essa segurança e se proteger da alta volatilidade.

“É um ativo em que a pessoa nunca perde dinheiro. Independentemente do governo eleito, o produto vai entregar o que a Selic estiver rendendo, para menos ou para mais. É o mais seguro que tem”, diz.

2. Ativos atrelados à inflação (CDB, LCI, debêntures de crédito privado)

Com o aumento da inflação, faz sentido pensar em investir em ativos com a rentabilidade atrelada à inflação, como CDB, LCI e debêntures de crédito privado. Segundo Miziara, os ativos podem proteger a carteira de crises ou mudanças bruscas do governo.

“No caso de uma melhora da economia, o título rende menos. Mas só no cenário macro como um todo, a inflação menor já é uma proteção ao poder de compra. Ou seja, a pessoa continua com uma rentabilidade atrativa”, diz.

3. Ações de empresas de saúde, banco ou energia

Segundo o assessor, para aproveitar a alta volatilidade, mas sem correr muito risco no mercado, o ideal é investir em ações de empresas que não são tão afetadas pela crise, como saúde, bancos e energia, por serem setores mais perenes.

“É importante pensar nas coisas que as pessoas continuam usando. Essas empresas continuam performando bem em termos de resultado, independente de governos”, afirma Miziara.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eleições
  • Inflação
  • Renda fixa
Cotações
11/02/2026 21h37 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 21h37 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 3

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 4

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 5

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros
Investimentos
Payroll surpreende; veja impactos nos investimentos dos brasileiros

Relatório de emprego nos EUA influencia expectativas para juros da economia norte-americana e ativos brasileiros; confira o que esperar agora

11/02/2026 | 11h29 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números
Investimentos
Banco do Brasil divulga balanço do 4T25 hoje: o que observar nos números

Resultado do Banco do Brasil chega pressionado por crédito no agronegócio, provisões elevadas e expectativa pelo guidance de 2026

11/02/2026 | 09h53 | Por Isabela Ortiz
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações
Investimentos
Suzano entrega 4T25 acima do esperado e geração de caixa reforça desconto nas ações

Ebitda de R$ 5,6 bi e volumes acima do esperado caem bem para o mercado; veja recomendações de XP e Genial Investimentos

11/02/2026 | 09h52 | Por Isabela Ortiz
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador