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Colunista

Como montar uma carteira de renda fixa no atual cenário de juros

Existe uma alocação ideal para cada nível de risco, em que o retorno esperado é maximizado

Por Luis Cláudio Freitas

05/08/2022 | 15:00 Atualização: 05/08/2022 | 20:42

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Investir nesse momento requer cuidados e colunista mostra o caminho. Foto: Envato Elements
Investir nesse momento requer cuidados e colunista mostra o caminho. Foto: Envato Elements

No texto desse mês, gostaria de começar nossa conversa de um jeito diferente. Trouxe dados que são de suma importância e que certamente despertarão sua curiosidade ou, quem sabe, poderão te fazer pensar de uma forma diferente. Mas vamos lá! Falando especificamente em 2022, até o dia 31 de julho, temos: 

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  • Bolsa: o Ibovespa aos 103 mil pontos e queda acumulada de -1,6% em 2022. Mais atrás o SP500, índice com as 500 maiores empresas dos Estados Unidos, com uma queda ainda mais expressiva de 22% no ano; 
  • Moeda: no mesmo período o dólar fechou cotado a R$5,25, com uma queda de 6,13%; 
  • Inflação: os índices de preços nos últimos 12 meses, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência para os investimentos em renda fixa, apresentou alta de 11,89% e o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), o famoso índice dos contratos de aluguel, acumula elevação de 10,70%.

Além das referências acima, podemos citar o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que apresenta alta acumulada de 6,49% no ano e de 9,41% nos últimos 12 meses, lembrando que a Selic, a taxa básica de juros da economia, até o final de julho estava em 13,25% ao ano.

O atual cenário de juros torna o momento oportuno para pensar nos ativos que possam compor a parcela de renda fixa do seu portfólio. Aqui, o maior desafio do investidor consiste em fazer com que sua carteira de investimentos cresça em velocidade acima do movimento dos indicadores, especialmente aqueles atrelados à inflação, já que os preços de produtos e serviços estão sendo reajustados constantemente.

Repare que independente do índice citado as evoluções são diferentes entre si e a instabilidade nos mercados só reforça a necessidade da diversificação de seus investimentos, com o objetivo de diminuir o risco e maximizar os ganhos. Para isso, tomemos como base a Teoria Moderna do Portfólio, que concentra os esforços em analisar a volatilidade (risco) total de uma carteira ao invés de analisar a volatilidade individual de cada ativo.

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Quando combinamos ativos que possuem correlação baixa entre si ou negativa, há uma redução na volatilidade total, sem necessariamente reduzir o potencial de retorno. Em outras palavras, existe uma alocação ótima (ideal) para cada nível de risco, em que o retorno esperado é maximizado.

No cenário atual, de volatilidade na bolsa, incertezas em relação ao contexto internacional e taxa de juros brasileira em patamar bastante elevado, a renda fixa tem se mostrado uma excelente alternativa para compor a parcela mais conservadora do portfólio.

Todos os perfis de investidor, do conservador ao arrojado, contam com uma parcela de renda fixa em sua composição. Dentro dessa “fatia”, considera-se os três indexadores: CDI, prefixado e inflação. A participação deles, ou seja, quanto proporcionalmente cada um ocupa na carteira, varia de perfil para perfil, mas pode ser facilmente consultada na recomendação da sua corretora ou banco. 

Para a composição da parcela de CDI é considerada a necessidade de liquidez, além de fazer com que esse recurso acompanhe a variação da taxa Selic. São vários tipos de ativos, com diferentes prazos de investimento e alguns deles, com remuneração superior a 100% CDI. Vejamos alguns exemplos de ativos que possam compor essa parcela:

    • CDB DI: são centenas de opções de títulos emitidos por bancos, com diferentes vencimentos e porcentuais de remuneração;
    • LCI ou LCA: assim como os CDBs, as Letras de Crédito Imobiliário e as Letras de Crédito do Agronegócio oferecem muitas opções e todas elas isentas de Imposto de Renda para o investidor pessoa física. Para este investimento é importante considerar o prazo mínimo de resgate;
    • CRI ou CRA: Certificados de Recebíveis Imobiliários e Certificados de Recebíveis Agrícolas são alternativas, assim como LCI e LCA, isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas. As atenções vão para o investimento mínimo e a liquidez;
    • Tesouro Selic: velho conhecido dos investidores, emitido pelo Governo Federal, o Tesouro Selic também pode ser usado para compor essa parcela;
    • Fundos DI: são muitas opções de fundos que acompanham a variação da Selic. Atenção aqui para a taxa de administração.

Agora que já vimos como preencher a parcela atrelada ao CDI, vamos conhecer alternativas para o porcentual de prefixado, dando previsibilidade de retorno a essa “fatia” de investimento:

    • CDB Pré: existem opções no mercado, com diferentes taxas e prazos de vencimento. Atenção à alíquota de IR;
    • Letra Imobiliária Garantida (LIG) na modalidade prefixada: com rendimentos isentos para investidores pessoa física, é um título emitido por bancos, com diferentes taxas e prazos de investimento;
    • LCI ou LCA: também disponíveis na modalidade pré, são isentas de IR para investidores pessoa física;
    • Tesouro Prefixado: com baixo investimento inicial, o tesouro pode ser uma alternativa interessante. Importante ter atenção com a alíquota de IR e também com o prazo de vencimento do título.

Já para a parcela de inflação, existem várias alternativas no mercado que pagam “juros reais”. Ou seja, rendimentos acima da inflação. Dentre as opções encontramos títulos bancários, tesouro direto e até mesmo títulos privados. Confira os principais:

    • LIG na modalidade IPCA: isenta do imposto de renda para pessoas físicas, sua remuneração é composta por uma taxa fixa mais IPCA durante o prazo de vigência do título;
    • Debêntures: existem as debêntures tradicionais e debêntures isentas de imposto de renda. São muitas opções com diferentes taxas e prazos de vencimento, não esqueça de considerar o rating do emissor;
    • Tesouro IPCA+: o tesouro IPCA também se mostra como uma alternativa para compor a parcela de inflação, garantindo o pagamento de uma taxa pré acordada mais variação do IPCA no período. Conta com a opção de pagamento semestral ou, ainda, principal mais juros no vencimento.

Você pode estar se perguntando: “Entendi a teoria, mas como eu aplico isso na prática?”.  

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Você pode procurar casas de investimentos, bancos e corretoras que possuem alternativas em todas as classes de investimentos acima apresentadas, inclusive nesse momento, com taxas muito atrativas e superiores ao CDI. Grande parte dessas instituições possuem uma espécie de “cardápio de investimentos” que se chama Carteira Recomendada para o mês (atualizada mensalmente considerando as perspectivas do cenário econômico).

Tais carteiras já contam com o porcentual de alocação sugerido e com os ativos que as compõem, considerando diversos fatores, entre eles cenário econômico, perspectivas corporativas, risco dos emissores e correlação desses ativos. Por isso é importante procurar um especialista de investimento e uma casa que poderá lhe oferecer segurança e solidez na recomendação de carteiras.

Obviamente que cada instituição pode ter visões diferentes considerando o pano de fundo do cenário, mas de forma geral, se utilizam da mesma bagagem teórica para a seleção dos ativos. É importante a escolha de uma casa que ofereça amplas oportunidades e opções de investimentos, pois existem centenas no mercado, e uma que possa te apoiar por meio da carteira recomendada. Trata-se de um importante material elaborado por profissionais (especialistas e analistas de mercado) que consideram diversos fatores para formalizarem a recomendação.

Informação é sua maior aliada para uma gestão eficiente do seu portfólio de investimentos e no mercado, felizmente, você encontra de forma aberta relatórios, carteiras recomendadas, análises, pode participar de Lives e acessar podcasts que tratam do assunto para, assim, entender o momento de mercado para tomar a melhor decisão na hora de investir!

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