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Ibovespa sobe 0,40%, aos 103,7 mil pontos, antes do Copom

Na ponta do Ibovespa, destaque hoje para Locaweb (+11,90%), Via (+11,49%), Natura (+11,17%) e Cielo (+9,73%)

Por Wesley Sousa

03/08/2022 | 18:01 Atualização: 03/08/2022 | 18:01

(Foto: Amanda Perobelli/Reuters)
(Foto: Amanda Perobelli/Reuters)

(Luís Eduardo Leal, Estadão Conteúdo) – O Ibovespa andou menos do que os mercados do exterior nesta quarta-feira de Copom, após ter se descolado ontem da cautela global suscitada pela visita de Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, à Taiwan, recebida como afronta pelas autoridades da China, que iniciaram manobras militares em resposta. Após ter subido mais de 1% ontem, o índice da B3 avançou apenas 0,40%, a 103.774,68 pontos, enquanto os ganhos em Nova York chegaram hoje a 2,59% (Nasdaq) e nos principais mercados da Europa a 1,03% (Frankfurt).

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Na B3, os ganhos em bancos (Santander +1,58%, Bradesco PN também +1,58%), em dia de Copom e na véspera do balanço do Bradesco, foram o contraponto positivo à devolução de Vale (ON -3,89%, mínima do dia no fechamento) e das siderúrgicas (Gerdau PN -4,06%, Gerdau Metalúrgica -4,32%) que haviam impulsionado o Ibovespa ontem, na contramão do exterior. Na ponta do Ibovespa, destaque hoje para Locaweb (+11,90%), Via (+11,49%), Natura (+11,17%) e Cielo (+9,73%), com Gerdau Metalúrgica, Gerdau PN, Vale ON e Bradespar (-2,90%) no lado oposto.

“O grande destaque de hoje na Bolsa foi a queda das empresas de materiais básicos. O dia já começou com Vale bastante fraca, assim como o setor de siderurgia, apesar de resultados bons, como os da Gerdau. Mas o mercado não gostou de a empresa não ter aumentado dividendos, que seria uma possibilidade. Assim o setor já abriu fraco, por inteiro”, diz Luiz Adriano Martinez, portfólio manager da Kilima Asset. “E no decorrer do dia o petróleo passou a enfraquecer e Petrobras veio também junto”, acrescenta o gestor.

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Ao fim do dia, Petrobras ON (-0,55%) e PN (+0,15%) ficaram sem sinal único, com perdas no petróleo que se aproximaram de 4% na sessão, com ambas as referências (Brent e WTI) abaixo de US$ 100 por barril, após dados mostrarem aumento dos estoques da commodity e de derivados nos EUA, no dia em que a Opep+ decidiu elevar a oferta em 100 mil barris/dia para o mês de setembro, em movimento que já havia sido antecipado pela imprensa internacional – o aumento da oferta foi considerado leve.

Entre a mínima e a máxima do dia, o Ibovespa oscilou pouco, cerca de mil pontos, dos 102.822,02 aos 103.878,29, saindo de abertura aos 103.361,89. Voltando a se acomodar após alguns dias de moderada recuperação, o giro financeiro esteve limitado hoje a R$ 22,3 bilhões. Na semana e no mês, o Ibovespa avança 0,59%, restringindo a perda do ano a 1,00%. Foi a segunda alta consecutiva para a referência da B3, permanecendo desde ontem no maior nível de fechamento desde 10 de junho.

“Os mercados lá fora tiveram um pouco de estresse ontem, mas nada tão dramático como chegou a se imaginar. E os comentários de autoridades do Fed fizeram mais preço do que a própria tensão sobre a China”, diz Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master.

“Para o Copom de hoje, o aumento de meio ponto já está dado, é o ‘call’ de todo mundo. A grande pergunta é se a Selic vai parar em 13,75%, ou se haverá sinalização de que pode chegar a 14% ou 14,25% ao ano”, acrescenta o economista. Ele observa também que o BC pode optar por não dar sinal algum no comunicado quanto ao fim do ciclo de elevação dos juros, deixando a “porta aberta”.

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Pesquisa realizada pela BGC Liquidez com 168 ‘players’ institucionais, entre os dias 2 e 3 (ontem e hoje), aponta que 92% esperam aumento de 50 pontos-base na Selic esta noite, enquanto uma parcela de 7%, correspondente apenas a gestores e traders, aposta em elevação menor, de apenas 25 pontos-base. Com relação ao comunicado, 45% esperam como cenário-base que o BC sinalize hoje um aumento para a reunião seguinte, de menor magnitude, “mas com risco de até interromper o ciclo”.

Por sua vez, a interrupção do ciclo é a aposta de 29% dos ouvidos no levantamento, como cenário-base, embora com risco de que um aumento residual seja possível. Na mesma pesquisa, 14% aguardam manutenção de ritmo para a reunião seguinte do Copom, no comunicado desta noite, enquanto 13% acreditam que o comitê não deve sinalizar nada nesta quarta-feira.

“A expectativa mediana para a Selic terminal de 2022 está em 14% versus 13,75% da pesquisa anterior. Para a Selic 2023, a mediana subiu de 11% para 11,50%”, acrescenta a pesquisa da BGC Liquidez, acrescentando que os cortes devem começar no segundo trimestre de 2023.

“Com o aumento de meio ponto esperado para esta noite, a Selic irá a 13,75% ao ano, uma das taxas de juros mais altas do mundo, atrás apenas de Argentina e Turquia”, observa Piter Carvalho, economista-chefe da Valor Investimentos, acrescentando que o BC deve deixar a “porta aberta” para novos ajustes, seguindo o exemplo do Federal Reserve, que tem condicionado movimentos futuros sobre os juros à evolução dos dados econômicos.

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“Nos juros, o mercado veio hoje numa tendência de fechamento forte da curva, tirando prêmios dos vértices médios e longos, com fechamento menor nos curtos. O mercado já se comporta hoje em linha com um aumento esperado de 50 pontos-base na Selic à noite, e com o Copom sinalizando que provavelmente pode fazer um ajuste adicional, mas que o ciclo de alta não deve se estender muito”, diz Luciano Costa, economista-chefe e sócio da Monte Bravo Investimentos. “Isso faz com que o mercado tire prêmios, que estavam bastante grandes na curva”, acrescenta.

Para a reunião seguinte do Copom, Costa vê mensagem sobre possibilidade de nova alta no encontro de setembro, mas “não tão condicional” como fez nos últimos comunicados ao dizer que provavelmente o ajuste iria ocorrer. “Vai deixar hoje um pouco mais condicional à evolução dos dados. Provavelmente vai falar em ajuste de menor magnitude ou eventualmente pausa do ciclo, o que justifica o movimento na curva de juros visto desde ontem no mercado, e que hoje se intensificou.”

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