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Investimentos

Inflação volta a subir e há uma classe de fundos que pode se beneficiar

Veja o ranking dos mais rentáveis com base na expectativa positiva de retorno do IPCA nos próximos meses

Por Artur Nicoceli

22/11/2022 | 11:04 Atualização: 22/11/2022 | 11:13

Os fundos de papel passaram a representar aproximadamente 44% do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) neste ano (Fonte: Pixabay)
Os fundos de papel passaram a representar aproximadamente 44% do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) neste ano (Fonte: Pixabay)

Após uma sequência de três meses de deflação – queda generalizada dos preços de produtos e serviços em um determinado período –, o IPCA voltou a subir, o que impactou as expectativas dos especialistas sobre o futuro da economia brasileira e os investimentos.

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Nos últimos boletins do Focus do Banco Central, por exemplo, os economistas apontaram para um aumento inflacionário de 1,86% em 2022. No ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo acumula aumento de 4,70% e de 6,47% nos últimos 12 meses.

Com a retomada, uma classe de ativos – que passou por aperto nos últimos meses, principalmente no pagamento de dividendos – pode voltar aos holofotes: os fundos de papel.

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“Com base na expectativa positiva de retorno do IPCA nos próximos meses, acreditamos que o pior tenha passado para os fundos de papel”, diz Fernando Siqueira, Head de research da Guide.

A deflação entre julho e setembro ocorreu pelo corte de ICMS em 20 Estados e as alíquotas de Cide-Combustíveis e Programa de Integração Social e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), reduzidas a zero.

No entanto, Ricardo Macedo, economista e professor da Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), diz que a alta dos preços foi retomada em função do final de ano, em referência ao período que concentra Black Friday (última sexta-feira de novembro), Natal e o ano-novo – períodos em que as pessoas tendem a consumir mais. Além do impacto do corte de impostos que se tornou mais diluído com o passar o tempo.

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Dessa forma, Caio Araújo, analista da Empiricus, afirma que o retorno da inflação acima do esperado pelo mercado pode reduzir a pressão que os CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários) sofreram nos últimos meses. “É questão de tempo para existir uma apreciação [desses tipos investimentos] e dos dividendos”. Em tempo: todo fundo de CRI é classificado como fundo de papel.

Ele explica também que há um “delay” nos fundos em relação à inflação. Em novembro deste ano, por exemplo, os investimentos foram impactados pelos dados de setembro (ainda em deflação). Ou seja, os fundos de papel serão impactados positivamente com a retomada da inflação somente em dezembro, já que estarão atrelados aos dados de outubro (quando o IPCA subiu 0,59%).

Vale ressaltar que os fundos de papel passaram a representar aproximadamente 44% do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) neste ano, praticamente o dobro do seu peso no índice em relação a 2019.

Guilherme Palma, especialista em fundos imobiliários da Manchester Investimentos, também ressaltou que a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve elevar os níveis de gastos públicos, “o que levará a um IPCA estruturalmente mais elevado [impulsionando os fundos de papel]”.

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Durante a campanha, Lula prometeu a manutenção dos R$ 600 do Auxílio Brasil e a oferta de R$ 150 para famílias com crianças de até seis anos, além do aumento no salário mínimo em 1,3% acima da inflação. O primeiro projeto trará um gasto médio de R$ 52 bilhões no orçamento, o segundo de R$ 18 bilhões e o terceiro de R$ 6,2 bilhões.

Baseado nas projeções futuras, Siqueira, da Guide, enxerga com mais otimismo o futuro dos fundos de papel, principalmente os high yield (alto rendimento).

Ele aponta alguns ativos como favoritos em função das quedas recentes e potencial de retorno no curto-prazo. São eles: VBI CRI (CVBI11); RBR Rendimento High Grade (RBRR11); Barigui Rendimentos Imobiliários (BARI11); e Urca Prime Renda (URPR11).

Veja a rentabilidade dos fundos de papel high yield entre junho, quando o Brasil entrou em deflação, até novembro:

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