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FMI eleva projeção para PIB global em 2023, de 2,7% a 2,9%

Por outro lado, o fundo reduziu a expectativa para o avanço da economia mundial em 2024, de 3,2% a 3,1%

Por Gabriel Bueno da Costa, Estadão Conteúdo

31/01/2023 | 9:24 Atualização: 31/01/2023 | 9:24

Prédio do FMI - Foto: Yuri Gripas/Reuters
Prédio do FMI - Foto: Yuri Gripas/Reuters

O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou em alta sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global neste ano, de 2,7% calculados em outubro para 2,9%. Por outro lado, reduziu a expectativa para o avanço da economia mundial em 2024, de 3,2% a 3,1%. As informações estão no relatório Perspectiva Econômica Mundial, publicado na noite de hoje, no horário de Brasília.

Leia mais:
  • Focus: projeção para PIB 2023 passa de 0,79% para 0,82%
  • FMI revê previsão de alta do PIB do Brasil em 2023, de 1% a 1,2%
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O FMI lembra que, apesar da revisão em alta, o PIB de 2023 deve ficar abaixo da média vista entre 2000 e 2019, de crescimento de 3,8%. O aperto monetário realizado por bancos centrais para conter a inflação e a guerra da Rússia na Ucrânia continuam a pesar na atividade econômica, destaca a entidade. Para ela, a inflação caminha para seu pico, em quadro de “crescimento baixo”.

Segundo o FMI, a rápida disseminação da covid-19 na China conteve o crescimento em 2022, mas a recente reabertura do país abriu caminho para uma recuperação mais rápida do que o esperado. O balanço de riscos global, de qualquer modo, continua a ser de baixa, acredita o Fundo, embora os riscos adversos tenham moderado desde o relatório trimestral anterior, de outubro.

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Sobre a inflação global ao consumidor, o FMI projeta que ela desacelere de uma alta de 8,8% em 2022 a 6,6% em 2023 e a 4,3% em 2024, ainda bem acima dos níveis pré-pandemia, entre 2017 e 2019, de cerca de 3,5%. Nas projeções de outubro, o Fundo apontava para alta de 6,5% da inflação no mundo no ano atual e de 4,1% em 2024, portanto houve revisão para cima nos dois casos.

O FMI diz que, por um lado, um impulso na demanda em várias economias ou uma queda mais forte da inflação seriam fenômenos “plausíveis”. Por outro lado, vê riscos no quadro de saúde na China que poderiam frear a recuperação, enquanto a guerra russa na Ucrânia poderia ter uma escalada. As condições financeiras globais mais apertadas poderiam ainda piorar problemas na dívida, acrescenta, citando também que os mercados financeiros poderiam ter reprecificação repentina, em resposta a notícias adversas na inflação, enquanto a maior fragmentação geopolítica poderia afetar o progresso econômico.

Projeções das maiores economias

O FMI acredita que os Estados Unidos terão crescimento de 1,4% em 2023, quando em outubro esperavam alta menor, de 1,0%. Já para 2024 houve revisão em baixa na expectativa para o crescimento econômico no país, de 1,2% a 1,0%.

Para a China, houve revisão em alta mais forte para 2023, de 4,4% de crescimento esperados em outubro para 5,2%, diante da reabertura econômica local. No caso de 2024, o FMI manteve a projeção de alta de 4,5% no PIB chinês.

Na zona do euro, a projeção é para alta de 0,7% no PIB no ano atual (de alta de 0,5% antes projetada) e de 1,6% em 2024 (de 1,8% anteriormente). Apenas na Alemanha, o FMI espera agora crescimento de 0,1% no ano atual, quando em outubro apontava para contração de 0,3%, e em 2024 projeta avanço de 1,4% no PIB alemão (de alta de 1,5% anteriormente prevista).

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O Reino Unido, por sua vez, deve sofrer contração de 0,6% em seu PIB neste ano, menor que o recuo de 0,9% antes previsto, com alta de 0,9% no PIB em 2024 (de alta de 0,6% antes prevista). Já para o caso da Rússia, a expectativa do Fundo é de crescimento de 0,3% no ano atual e de 2,1% no próximo, revisões em alta de 2,6 e 0,6 pontos porcentuais, respectivamente.

Para o Japão, o FMI projeta crescimento de 1,8% neste ano e de 0,9% no próximo. Houve um a alta de 0,2 pontos porcentuais na projeção para este ano, mas corte de 0,4% para 2024.

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