O polo teve a operação paralisada a pedido da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no fim do ano passado após a identificação de falhas críticas de segurança operacional. Desde então, a estatal segue cronograma proposto pelo órgão regulador para voltar a produção.
O polo também está sendo negociado com um consórcio formado pela Eneva (ENEV3) e PetroRecôncavo (RECV3), dentro do plano de desinvestimentos da petrolífera, formulado no governo de Jair Messias Bolsonaro (PL).
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