Na China continental, os mercados também ficaram no azul à espera de novos dados de atividade medida pelo Índice de Gerentes de Compras (PMI) da segunda maior economia do mundo: o Xangai Composto registrou alta de 0,65%, a 3.261,25 pontos, e o Shenzhen Composto, de 0,23%, a 2.108,29 pontos.
Os PMIs chineses, a serem divulgados no fim da noite de hoje, vão ser acompanhados de perto num momento de incertezas sobre a força e sustentabilidade da recuperação do país após uma série de balanços corporativos decepcionantes e uma expressiva queda no lucro do setor industrial no primeiro bimestre do ano.
Exceção na Ásia hoje, o japonês Nikkei caiu 0,36% em Tóquio, a 27.782,93 pontos, num dia em que várias ações foram negociadas ex-dividendos (determinada data a partir da qual as ações compradas não terão mais direito aos proventos).
Ontem, as bolsas de Nova York exibiram altas de 1% a 1,8% depois que reguladores dos Estados Unidos afirmaram o compromisso com a revisão e o fortalecimento do sistema bancário americano em depoimentos na Câmara dos Representantes.
Na Europa, o clima também se acalmou nesta semana à medida que as recentes dificuldades sofridas por Credit Suisse e Deutsche Bank aparentemente ficaram para trás.
Na Oceania, a bolsa australiana subiu pelo quarto pregão consecutivo com a ajuda de ações de empresas financeiras e de mineração. O S&P/ASX 200 avançou 1,02% em Sydney, a 7.122,30 pontos.
*Com informações da Dow Jones Newswires