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Mercado

Como o Ibov devolveu os ganhos até encerrar abril com alta de apenas 2,5%

Índice fechou o mês aos 104.431,63 pontos, longe do bom humor visto nas primeiras semanas

Por Luíza Lanza

28/04/2023 | 17:30 Atualização: 28/04/2023 | 17:34

O Ibovespa encerrou esta sexta-feira (28) aos 104.431,63 pontos, arrancando uma alta de 2,5% no mês de abril. O desempenho pode até parecer positivo, especialmente tendo em vista as quedas acumuladas pelo índice ao longo de 2023.

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No entanto, está muito longe daquele bom humor que tomou o mercado brasileiro nos primeiros pregões do mês e que foi abandonando a Bolsa ao longo das duas últimas semanas de abril.

Os primeiros 15 dias do mês foram muito positivos para o Ibov. Entre os dias 10 e 14, o índice conseguiu acumular uma alta semanal de 5,41% – a maior de 2023. O período também foi marcado por uma forte queda da cotação do dólar, que chegou a bater os R$ 4,92, no menor patamar desde junho de 2022.

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Os motivos para tamanha euforia tinham relação com a apresentação da proposta de arcabouço fiscal no dia 30 de março, depois de muita espera pelo mercado; e os dados de inflação abaixo das expectativas. No dia 11 de abril, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de março ficou em 0,71%, suficiente para fazer a inflação acumulada em 12 meses recuar para 4,65%.

É a primeira vez em quase dois anos que o IPCA de 12 meses fica dentro da faixa de tolerância da meta de inflação, que é de 4,75%. Esse sinal de arrefecimento que permitiu que boa parte do mercado voltasse a precificar o início dos cortes na taxa de juros, a Selic, ainda em 2023.

“Isso foi o principal vetor da alta de abril. A partir do momento em que a inflação está arrefecendo e há uma possibilidade de queda nos juros, o mercado ficou mais entusiasmado”, explica Danielle Lopes, sócia e analista de ações da Nord Research.

Um outro ponto positivo jogando a favor do Ibovespa no período foi a volta dos gringos. Como mostramos nesta reportagem, entre os dias 1.º e 18 de abril, a entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira somava R$ 4,8 bilhões. Um aporte muito superior aos resgates vistos em fevereiro e março, quando esses investidores retiraram R$ 1,6 bilhão e R$ 359 milhões da B3, respectivamente.

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A maior previsibilidade com o lado fiscal somada às perspectivas mais positivas com a inflação no Brasil e nos Estados Unidos, onde os dados também surpreenderam, trouxe de volta o apetite por mercados emergentes.

Uma história que tem sido melhor interpretada pelos investidores estrangeiros do que pelos próprios brasileiros, destaca Jennie Li, estrategista de ações da XP. “Temos visto duas histórias muito distintas. O investidor local bastante apreensivo, fora da Bolsa e alocado em renda fixa, e o investidor institucional bastante cauteloso por conta de um cenário de incertezas”, explica. “O único investidor marginal entrando na bolsa brasileira tem sido realmente o estrangeiro e o retorno dele, em abril, sustentou altas na Bolsa”, explica Li.

Se os dados de inflação surpreenderam positivamente e o fluxo de capital estrangeiro voltou ao positivo, o que explica a virada de humor do mercado a partir da terceira semana de abril?

A chegada do arcabouço fiscal no Congresso, no dia 18 de abril.

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O texto apresentado aos parlamentares incluiu algumas mudanças frente ao que havia sido originalmente proposto. As metas de resultado primário, por exemplo, ficaram de fora. A espera pela entrega do projeto ao Legislativo e as dúvidas que ainda permanecem quanto à viabilidade da proposta e sua capacidade de organizar as contas públicas deram lugar a um ceticismo maior em relação ao tema.

Aquela euforia vista no pregão do dia 30 de março, quando o ministro da Fazenda Fernando Haddad apresentou o novo arcabouço pela primeira vez, foi aos poucos sendo deixada de lado ao longo de todo abril. Enquanto isso acontecia, a Bolsa foi devolvendo os ganhos que tinha conseguido acumular nas primeiras semanas do mês até encerrar com esta alta de 2,5%.

“Depois da reação positiva, o mercado começou a tentar entender os detalhes e viu que realmente ainda há muitas questões sobre como o governo vai conseguir equilibrar as contas dentro do que foi proposto”, pontua Jennie Li, da XP.

Agora vai?

Depois de dois meses de quedas bruscas, com o Ibov cedendo 7,49% em fevereiro e 2,91% em março, a Bolsa brasileira encerrou o trimestre com o pior início de ano desde 1995. O desempenho de abril trouxe um respiro ao mercado, mas, ainda assim, o índice acumula uma queda de 4,83% em 2023.

Com tantos fatores ainda no radar, parece cedo para dizer se trata-se apenas de um leve repique ou se a alta acumulada no quarto mês do ano será suficiente para dar início a uma verdadeira recuperação na B3.

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“É um bom começo, mas ainda não vejo como uma correção muito clara de mercado. Caso contrário, teríamos uma sucessiva alta sem interrupções”, destaca Danielle Lopes, da Nord Research.

Desde o início do ano, analistas apontam que o principal gatilho capaz de destravar ganhos no Ibovespa é um corte na taxa Selic. Por isso, a discussão de política fiscal é tão importante – é ela quem vai estabilizar as contas do País, permitindo um arrefecimento da inflação e um afrouxamento da condução da política monetária pelo BC.

Enquanto o arcabouço fiscal não for aprovado pelo Congresso e Senado, ainda sem data para que aconteça, as incertezas devem continuar. “É a resolução da questão política que trará a resposta para a questão fiscal, que por sua vez vai trazer a resposta para a questão dos juros, que por sua vez é o que vai levar a Bolsa para uma possível alta no futuro”, explica Phil Soares, chefe de análise de ações da Órama. “Temos que ver como o [deputado Arthur] Lira vai lidar com isso na Câmara.”

A primeira segunda-feira de maio é feriado do Dia do Trabalhador, dia sem pregão na B3. Isso significa que o mês começará oficialmente para o mercado financeiro já com as reuniões de política monetária dos bancos centrais no Brasil e nos Estados Unidos, que acontecem entre a terça (2) e a quarta-feira (3).

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