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Negócios

JPMorgan desembolsa US$ 20 milhões em projeto promissor

O valor do serviço é ofuscado pela quantia que a instituição usou para financiar projetos de combustíveis fósseis

Por Michelle Ma, WP Bloomberg

25/05/2023 | 18:25 Atualização: 25/05/2023 | 18:25

O serviço contratado pelo JPMorgan abarcará 25 mil toneladas métricas de remoção de CO2 ao longo de nove anos. Foto: REUTERS/Andrew Kelly
O serviço contratado pelo JPMorgan abarcará 25 mil toneladas métricas de remoção de CO2 ao longo de nove anos. Foto: REUTERS/Andrew Kelly

O JPMorgan Chase fez uma das maiores encomendas realizadas por uma única empresa para extrair carbono do ar: o banco anunciou que pagará US$ 20 milhões pelos serviços de remoção do gás poluente para a startup suíça Climeworks.

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Fundada em 2009, a Climeworks é uma das primeiras empresas a realizar a captura direta do ar, uma tecnologia que tem como objetivo remover o dióxido de carbono da atmosfera e armazená-lo permanentemente. A empresa abriu sua primeira fábrica na Islândia em 2021, finalizou sua primeira remoção do gás poluente este ano e atualmente está construindo sua segunda fábrica na Islândia.

Embora seja um investimento relativamente pequeno do JPMorgan, a injeção de capital ajudará a Climeworks a ampliar seus serviços. Os primeiros clientes corporativos ajudam a empresa a reduzir o risco financeiro do desenvolvimento de projetos, assim como a garantir outros fregueses, disse a Climeworks em um comunicado.

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Os cientistas estimam que o mundo pode precisar remover bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera anualmente até a metade do século para limitar o aquecimento global. O serviço contratado pelo JPMorgan abarcará 25 mil toneladas métricas de remoção de CO2 ao longo de nove anos, de acordo com um porta-voz da Climeworks, que não deu detalhes sobre quando a startup começaria as atividades para o banco.

A Climeworks e outras startups de captura direta do ar ainda têm uma série de obstáculos a superar antes de desempenharem um papel significativo na remoção da poluição da atmosfera que aquece o planeta. O principal deles é o preço elevado que os clientes atualmente precisam pagar pelos serviços.

O JPMorgan pagou em média US$ 800 por tonelada extraída, enquanto a maioria dos especialistas vê US$ 100 por tonelada com uma meta para que a captura direta do ar – ou qualquer outra forma de remoção de carbono – seja economicamente viável. A técnica também exige um consumo alto de energia e pode competir com outras indústrias por eletricidade limpa.

Este não é o primeiro investimento feito pelo JPMorgan na remoção de carbono. A empresa de serviços financeiros também se uniu recentemente à Frontier, corporação criada para gerar bem social e público liderada pela empresa de pagamentos Stripe, que está reunindo financiamento de grandes clientes corporativos para alavancar a indústria de remoção de carbono. Este acordo é separado e adicional aos fundos com os quais o JPMorgan contribuiu para a Frontier, disse um porta-voz da Climeworks.

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“Para complementar nossas iniciativas operacionais de redução de emissões, estamos colaborando com empresas como a Climeworks para lidar com nossas emissões ainda não neutralizadas ou reduzidas hoje e, principalmente, para apoiar o desenvolvimento de soluções expansíveis que o mundo precisa para alcançar a meta de zerar as emissões líquidas até 2050”, disse Brian DiMarino, chefe de sustentabilidade operacional do JPMorgan, em um comunicado.

O banco faz parte de uma aliança de instituições financeiras que se comprometeu a alcançar a meta de zerar as emissões líquidas até 2050 e recentemente realizou investimentos consideráveis em energias renováveis, de acordo com uma análise da BloombergNEF.

Entretanto, o valor que o banco gastará com o serviço para remoção de carbono é ofuscado pela quantia que usou para financiar projetos de combustíveis fósseis. Entre 2016 e 2022, o JPMorgan gastou mais de US$ 400 bilhões com empréstimos e underwriting para o setor de combustíveis fósseis, de acordo com um relatório anual, que monitora as atividades de bancos, elaborado por um grupo de ONGs lideradas pela Rainforest Alliance.

O relatório constatou que isso tornou o banco o maior financiador de combustíveis fósseis do mundo naquele período, apesar dos empréstimos do JPMorgan para empresas de combustíveis fósseis terem caído 42% no ano passado.

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