Em NY, os principais índices operam mistos, próximos a estabilidade no pré mercado, refletindo a indefinição com o próximo passo do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), uma vez que a decisão desta semana deu claros sinais de retomada da alta de juros em breve, enquanto os dados econômicos sinalizam para uma desaceleração esperada e necessária para a contenção da inflação.
Em outros mercados, o dólar opera levemente positivo, frente a outras divisas fortes, ao passo que o petróleo tem leve queda, após forte alta na véspera. Na madrugada, em Dalian na China, o contato futuro de minério de ferro mais negociado mostrou leve avanço de 0,12% e se aproximou dos US$ 115 por tonelada.
O fôlego limitado do exterior somado ao baixo ímpeto das commodities pode limitar a performance do Ibovespa. Com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana, a atenção na agenda local fica com o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de junho, que mostrou deflação de 2,2%, abaixo da mediana das expectativas, e maior do que o recuo de 1,53% de maio, bem como da leitura do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de abril, que registrou expansão de 0,56% em abril.
Agenda econômica
Brasil: Além do já conhecido IGP-10, a agenda reserva o IBC-Br às 9h
EUA: Nos EUA o diretor do Fed, Christopher Waller, participará de evento pela manhã. A Universidade de Michigan divulga o índice de sentimento ao consumidor americano preliminar de junho e as expectativas de inflação de 1 e 5 anos às 11h. Durante à tarde, é esperado o relatório de poços de petróleo em operação.