As leituras benignas do IGPM e do Relatório Trimestral de Inflação, além da iminência de manutenção da meta da inflação em 3%, confirmada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), logo após o fim dos negócios, proporcionaram um novo fechamento dos vértices da curva de juros a termo.
No câmbio, o dólar fechou praticamente estável, com leve recuo frente ao real de 0,01% cotado R$ 4,85, apesar do movimento de valorização ante outras principais divisas.
No exterior, as bolsas da Europa fecharam o dia com sinais mistos, após a inflação alemã e o PIB nos EUA reforçarem a leitura de mais aperto monetário. A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) na Alemanha acelerou para 6,4% em junho em leitura preliminar, e acendeu um alerta nos dirigentes do Banco Central Europeu (BCE).
Já em Nova York, os índices encerraram a sessão com viés positivo, com exceção do índice Nasdaq que ficou estável. Por lá, o crescimento do PIB do 1T23 de 2%, em base anualizada, veio acima das expectativas na leitura final, e apesar de sinalizar desaceleração, aumentam as apostas de mais altas de juros na próxima reunião.
Entre as commodities, o petróleo Brent teve alta de 0,30%, cotado a US$ 74,25, enquanto nesta madrugada os preços futuros do minério de ferro avançaram 0,85% em Dalian, cotados ao equivalente à US$ 114,65 por tonelada.