• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

Meu primeiro R$ 1 milhão: a história de Eduardo Mira

O analista CNPI-T nasceu no Complexo do Turano (RJ) e hoje acumula patrimônio de dezenas de milhões

Por Jenne Andrade

03/07/2023 | 3:05 Atualização: 30/06/2023 | 15:38

Eduardo Mira, analista CNPI do Me Poupe!. Foto: Divulgação/ Me Poupe!
Eduardo Mira, analista CNPI do Me Poupe!. Foto: Divulgação/ Me Poupe!

Essa reportagem faz parte do Especial Meu Primeiro R$ 1 milhão

Leia mais:
  • O segredo para “juntar” R$ 1 milhão, segundo três milionários
  • R$ 1 milhão: quanto investir por mês para chegar lá em 15 anos? Confira
  • Conta Nubank ou poupança? Saiba quanto rende R$ 1 milhão em cada
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“O primeiro R$ 1 milhão é sempre o mais difícil. Eu cheguei no meu por volta dos 35 anos”, afirma Eduardo Mira, 44 anos, analista CNPI-T e sócio de empresas como Me Poupe! e Clube FII. De fato, atingir seis dígitos na conta é uma tarefa desafiadora.

Mira acumula hoje um patrimônio de dezenas de milhões, mas nasceu em uma família humilde, na comunidade do Complexo do Turano (RJ). Desde a adolescência, ele tinha um objetivo muito claro: juntar dinheiro suficiente para não só sair da favela, mas para que nunca mais precisasse voltar àquela condição. “O meu plano era ter uma renda que não acabasse, mesmo se eu perdesse o emprego. Só muito tempo depois eu descobri que isso se chamava renda passiva”, relata.

Primeiro “bico”

O sonho foi o gatilho para iniciar as economias desde o primeiro “bico”, aos 17 anos, quando ganhava alguns trocados lavando carros. Ainda sem acesso à educação financeira, ele investia na popular caderneta de poupança.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Meu pai se matava de trabalhar para que não passássemos fome e tivéssemos estudo. Ele se humilhava para que nós conseguíssemos bolsas de estudo em colégios particulares e foi assim até o final do fundamental”, afirma Mira.

Aos 18 anos, tentou prestar um vestibular na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mas não conseguiu passar. Então arrumou um segundo emprego, desta vez como office boy, e, por orientação da gerente do banco, passou a colocar o dinheiro poupado em um fundo DI.

“Achava que ficaria rico com fundo DI, mas não foi daquela vez”, relembra, aos risos. “Continuei juntando dinheiro e eu fui fazendo assim durante minha vida inteira.”

Por volta dos 20 anos, nos anos 2000, conseguiu entrar na faculdade particular Estácio para cursar telecomunicações. A mensalidade era paga com o salário que Mira recebia com seu novo emprego, como operador de telemarketing na antiga Telerj. “Trabalhava no turno da madrugada porque precisava do adicional noturno pra pagar a faculdade”, ressalta o analista.

Contato com a Bolsa

Durante o curso, fez amizade com um colega que também tinha interesse por investimentos. “A mãe dele trabalhava em uma corretora”, diz Mira. “Eu sempre tive aquele sonho do imaginário popular de que Bolsa de Valores deixava as pessoas ricas. E ali eu tive um contato mais mais direto com esse mundo.”

Publicidade

Com o amigo, Mira passou a testar simuladores de carteiras de investimentos, mas demorou sete anos para começar a investir em ativos de risco. “Eu perdia mais do que ganhava nesses simuladores, então fui devagar e e fui investindo em renda fixa”, diz.

Nos anos seguintes, ele passou por diferentes trabalhos até capitalizar o suficiente para abrir uma loja de informática. Naquele momento, ele já diversificava os investimentos entre renda fixa e ativos de risco.

Com 29 anos, se casou e comprou um apartamento financiado por R$ 120 mil. Por volta dos 30 anos, passou em um concurso para trabalhar no Banco do Brasil, onde sua esposa também trabalhava. Na instituição financeira, Mira chegou à posição de gerência e sua renda familiar aumentou, o que o permitiu também expandir a fatia direcionada aos investimentos. Gradativamente, começou a aplicar em fundos imobiliários.

Pouco tempo depois, o casal vendeu o apartamento por R$ 390 mil para ir morar de aluguel. “Isso turbinou minha independência financeira”, afirma. Com 35 anos, havia juntado o primeiro R$ 1 milhão, quantia que o gerava uma renda passiva suficiente para cobrir seu custo de vida na época, de cerca de R$ 5 mil por mês.

Depois do R$ 1 milhão

Com um colchão financeiro robusto, ele se arriscou em novas oportunidades. Saiu do BB para ir para o banco Modal, já que tinha o sonho de trabalhar em uma corretora. Na sequência, decidiu seguir carreira solo como analista, ou seja, empreender. “O que me permitiu pensar mais no empreendedorismo foi ter conquistado o primeiro R$ 1 milhão, ter conseguido a independência financeira, não precisar mais trabalhar pra me sustentar”, diz o sócio da Me Poupe!.

Publicidade

O segredo, segundo Mira, não é nada surpreendente: para chegar a qualquer quantia, é preciso ter um custo de vida menor do que a renda disponível e assim conseguir guardar. “Eu só me permitia aumentar o meu custo de vida quando a minha renda passiva aumentava também. Trabalhava bastante, aportava mais, aumentava a renda passiva e depois subia um pouco o custo de vida”, afirma. “Resumidamente: trabalhe para fazer dinheiro e invista tudo o que puder. Foi o que eu fiz. E aí, chegar a R$ 1 milhão é questão de tempo.”

Atualmente, com investimento em ações que pagam dividendos e fundos imobiliários, Mira recebe entre R$ 50 e R$ 70 mil por mês em renda passiva. Ele ressalta que mesmo investindo em produtos conservadores, é possível chegar à cifra seguindo o lema de sempre ter um custo de vida menor do que a renda disponível.

“O segredo para atingir qualquer valor não é nem o quanto você ganha, é o quanto você gasta”, diz. “Até os 18 anos eu usava roupas dadas pelos outros, então eu não podia comprar nada, por falta de dinheiro. Quando comecei a ganhar algum dinheiro, e eu podia comprar alguma coisa, esse pensamento seguiu”, diz. “Até hoje, apesar de eu poder comprar o que eu quiser, não faço isso.”

Aliás, aumentar rapidamente o custo de vida na proporção da renda, foi o fator que fez Rafael Prado falir no seu primeiro empreendimento – mas ele aprendeu a lição e hoje suas empresas faturam R$ 30 milhões por ano. Leia aqui a história de Rafael Prado.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dicas financeiras
  • Eduardo Mira
Cotações
06/04/2026 18h51 (delay 15min)
Câmbio
06/04/2026 18h51 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 2

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 3

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

  • 4

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 5

    Dividendos viram ‘colchão’ na Bolsa: veja as carteiras recomendadas para abril

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de ganhos e proventos na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de ganhos e proventos na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as irregularidades com dependentes na pré-preenchida?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as irregularidades com dependentes na pré-preenchida?
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: quem pode receber o benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: quem pode receber o benefício em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Últimas: Comportamento
1º de abril: quais as mentiras que te contam sobre empreender?
Comportamento
1º de abril: quais as mentiras que te contam sobre empreender?

Estudo global coloca o Brasil entre os países com maior espírito empreendedor, mas especialistas alertam as maiores barreiras para o sucesso

01/04/2026 | 08h54 | Por Ana Ayub
Moody’s: conflito prolongado no Oriente Médio pode gerar impactos globais no crédito
Comportamento
Moody’s: conflito prolongado no Oriente Médio pode gerar impactos globais no crédito

Segundo relatório, a agência destaca que um cenário de perturbação prolongada manteria a energia cara e pressionaria cadeias de suprimento

31/03/2026 | 15h10 | Por Pedro Lima
Correr pode melhorar sua vida financeira? Disciplina do exercício já muda decisões com dinheiro
Comportamento
Correr pode melhorar sua vida financeira? Disciplina do exercício já muda decisões com dinheiro

Pesquisa da Creditas, em parceria com a Opinion Box, analisa saúde física e sucesso financeiro dos brasileiros

31/03/2026 | 13h24 | Por Igor Markevich
Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026
Comportamento
Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026

Pesquisa da Creditas divulgada nesta terça-feira (31) mostra que a maioria das pessoas no País inicia 2026 sob pressão simultânea nas finanças e na saúde mental

31/03/2026 | 10h00 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador