Além disso, pesa a notícia de que o Reino Unido e a União Europeia não tiveram avanços em negociações futuras após o Brexit. Diante de incertezas quanto ao ritmo de recuperação global, fica no radar o PMI composto preliminar de agosto dos EUA esta manhã. Ainda nos EUA, Democratas e Republicanos ainda tentam chegar a um acordo de um novo pacote fiscal para estimular a economia do país.
No cenário político americano, ontem o democrata Joe Biden aceitou a nomeação do seu partido para disputar com Trump a presidência dos EUA em novembro.
No Brasil, a manutenção do veto de ajuste salarial de servidores públicos até 2021, ontem, pela Câmara, deve acalmar os mercados domésticos nesta sexta-feira de agenda doméstica fraca.
O investidor local pode terminar a semana com uma sensação de alívio depois do susto provocado pela derrota política no Senado na quarta-feira. O veto foi mantido por 316 votos a favor e 165 contra. Para que isso ocorresse, foi feito um acordo envolvendo a prorrogação do auxílio emergencial e a liberação de recursos do Orçamento ainda este ano.
A expectativa é que o dólar à vista, que ontem fechou a R$ 5,55, apesar do leilão do BC, tenha uma sexta-feira mais tranquila, assim como os juros futuros e o Ibovespa, que subiu 0,61% no pregão de ontem.
Agenda econômica 21/08
Brasil: agenda econômica vazia.
EUA: Serão divulgadas as leituras prévias de agosto dos índices dos gerentes de compra (PMI).
Europa: O índice de gerentes de compras (PMI) composto da Zona do Euro caiu de 54,9 pontos em julho para 51,6 pontos em agosto com perdas em indústria e serviços.