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Volume de investimentos no Brasil salta em um semestre; veja destaques

Segundo analista, investidores já atentos para a recuperação do mercado de renda variável

Por Bruna Camargo, Broadcast

08/08/2023 | 10:38 Atualização: 08/08/2023 | 10:38

Celesc (CLSC3) paga R$48 milhões em JCP; veja como garantir. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
Celesc (CLSC3) paga R$48 milhões em JCP; veja como garantir. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

O volume financeiro movimentado por pessoas físicas em corretoras, bancos e plataformas de investimentos chegou aos R$ 5,37 trilhões no primeiro semestre de 2023. O número representa uma alta de 7,3% em relação ao semestre anterior, informou hoje a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

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O crescimento do patrimônio líquido (PL) no primeiro semestre deste ano foi puxado pelo varejo de alta renda (+10,1%), seguido pelo varejo tradicional (+6,4%). Já o private cresceu 5,9% no período. O varejo responde por R$ 3,37 trilhões do PL total, com 148,5 milhões de contas, enquanto o private responde por R$ 1,97 trilhão, com 153,7 mil contas e 69,9 mil grupos econômicos.

Sinal de mais interesse pela renda variável

A renda fixa foi o segmento que mais cresceu na carteira dos investidores private durante o semestre, pulando de 31,8% do total em dezembro para 33,9% em junho. Já a renda variável foi de 34,4% para 34,1% e os ativos híbridos – fundos multimercado, fundos de índice (ETFs), fundos imobiliários e certificados de operações estruturadas (COEs) -, de 29,2% para 27,4%. O segmento de previdência segue ocupando 4,6% das carteiras.

No segmento de varejo, as movimentações foram mais contidas. A renda fixa teve redução de 79,3% para 78,6%, a renda variável cresceu de 9% para 9,4% e os ativos híbridos apresentaram leve alta de 9,8% para 9,9%.

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Segundo os dados da Anbima, metade do volume financeiro aplicado pelos investidores está em títulos e valores mobiliários, um avanço de 15% em relação a dezembro de 2022. O produto favorito do varejo ainda são os certificados de depósito bancário (CDBs), com 41,9%, enquanto o do private permanecem as ações, com 44,1%. Em termos de crescimento, os produtos isentos são destaque, com alta de 22% no semestre.

Já a poupança, que representa 17% do total, teve queda de 3,4% no período, enquanto os fundos de investimento, que são 29%, cresceram 2%. Os fundos de ações voltaram a apresentar alta, chegando a 19,4% da participação no total, e retornaram ao nível de dezembro de 2021.

Na avaliação de Ademir Correa, presidente do Fórum de Distribuição da Anbima, os dados relativos ao primeiro semestre de 2023 ainda mostram variações pequenas e a busca por proteção em ativos considerados mais conservadores. No entanto, ele vê investidores já atentos para a recuperação do mercado de renda variável.

“As ações crescem 8,7% comparado ao mesmo período do ano passado, quando estava negativo, e pode sinalizar o otimismo dos investidores em relação ao cenário macroeconômico nacional e internacional”, disse Correa, em entrevista coletiva hoje. Para ele, alguns fatores de destaque são a aprovação do novo arcabouço fiscal e a expectativa em relação à queda da Selic – confirmada na última quarta-feira.

Centro-Oeste é região que mais cresce

A região Centro-Oeste é onde o volume financeiro apresentou maior crescimento no primeiro semestre de 2023, uma alta de 9,4%. Na avaliação de Correa, isso se deve ao avanço do agronegócio, setor econômico representativo na região e no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

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Já a região mais representativa no total do volume permanece a Sudeste, que teve um crescimento de 7,4%. O Nordeste cresceu o mesmo porcentual. Em seguida estão as regiões Norte, com avanço de 6,4%, e Sul, com alta de 6,1%.

A Anbima ainda apresentou dados específicos dos investidores de varejo de cada região. Com R$ 71,5 bilhões do volume financeiro, o Norte tem a maior concentração de investimentos em renda fixa, sendo 43% na poupança. No Centro-Oeste, 25% dos R$ 220,5 bilhões estão em CDBs. O Sul é líder em aplicações em produtos isentos, com 21% dos R$ 592,8 bilhões. Já o Sudeste é a região que mais concentra ativos de renda variável e híbridos, somando 23% dos R$ 2,1 trilhões. E o Nordeste, por sua vez, é a segunda região que mais investe em produtos híbridos, sendo 9% dos R$ 350,1 bilhões.

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