Com efeitos limitados dos novos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e após mais indicativos de que o aperto monetário pode ter chegado ao fim nos EUA, o apetite ao risco volta aos mercados neste início de semana.
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Com efeitos limitados dos novos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e após mais indicativos de que o aperto monetário pode ter chegado ao fim nos EUA, o apetite ao risco volta aos mercados neste início de semana.
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Em Nova York, a queda da atividade industrial renova as expectativas por um FED menos rígido, e dá novo fôlego para o rali das bolsas que avançavam em torno de 1% no início da tarde, enquanto na Europa as bolsas encerraram o dia com ganhos. Além disso, o dólar recuava ante moedas rivais, os juros dos Treasuries voltavam a subir e o petróleo Brent caia pouco menos de 1%, corrigindo fortes ganhos recentes.
No Brasil, o Ibovespa aproveita a falta de notícias e sobe desde a abertura do pregão em busca dos 117 mil pontos, em sintonia com as bolsas internacionais. Às 14h00, o índice avançava 0,76% aos 116.639 pontos, com recuo do dólar frente ao real de 0,62%, cotado a R$ 5,06.
Já nos juros, movimento era de queda em todos os vértices ao longo da curva a termo, após a mediana das projeções para o IPCA do Boletim Focus para 2023 cair de 4,86% para 4,75%. Apesar disso, a expectativa para a inflação de 2024 – que é o foco do Banco Central – segue estável em 3,88%, sinalizando dificuldade em ancorar as expectativas, que seguem acima do centro da meta.
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