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Educação Financeira

Menos é mais? Quando diversificar os investimentos pode ser um problema

O perfil do investidor sempre deve ser levado em consideração na hora de montar a carteira de investimentos

Por Stephanie Tondo

03/11/2023 | 13:07 Atualização: 03/11/2023 | 13:14

Investidor não deve colocar todos os ovos na mesma cesta, mas é preciso ter estratégia na diversificação. (Foto: Envato Elements)
Investidor não deve colocar todos os ovos na mesma cesta, mas é preciso ter estratégia na diversificação. (Foto: Envato Elements)

No universo dos investimentos, mitigar os riscos é essencial para garantir a proteção do patrimônio, e a diversificação é uma das principais ferramentas para isso. A máxima de não colocar todos os ovos na mesma cesta faz sentido, mas o que acontece quando o investidor acaba diversificando além da conta? Para analistas ouvidos pelo E-Investidor, a falta de estratégia na alocação dos recursos pode levar a perdas na rentabilidade.

Leia mais:
  • O que a personalidade diz sobre o perfil de investidor
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Em geral, a elaboração da carteira de investimentos deve levar em consideração o perfil de risco e os objetivos de vida do investidor. A partir daí, a divisão da carteira deve oferecer um equilíbrio entre os riscos e retornos. Ou seja, deve conter aplicações de renda fixa que garantam segurança, mas pode também buscar produtos de renda variável, que vão oferecer rendimentos maiores, apesar da volatilidade.

“A diversificação começa a ficar ruim quando você perde o controle de como está o retorno dos seus investimentos”, afirma Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos.

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Para Júlia Aquino, analista de ações da Rico, o investidor não deve ter na carteira mais ativos do que consegue acompanhar ou monitorar com frequência. Quando isso acontece, há o risco de o investidor não perceber quando um ou mais ativos não estão performando conforme desejado, por exemplo, e acabar perdendo dinheiro.

“O investimento não é estático: assim como nossas recomendações de alocações em classes de ativos e em produtos específicos muda de acordo com alterações nas nossas perspectivas e no cenário, o investidor também deve rever sua carteira de tempos em tempos para entender se ela ainda faz sentido, inclusive para os seus objetivos”, afirma.

Outro ponto que deve ser observado é o valor disponível para investimento. Para os analistas, se o montante for baixo, não faz sentido diversificar tanto. Além disso, antes de optar por um novo ativo, o investidor deve avaliar se já não está investindo em aplicações semelhantes, aponta Cristiano Correa, professor de Finanças Ibmec.

“A diversificação é importante, mas para valores pequenos a relação entre risco e retorno fica prejudicada. Às vezes a pessoa sai da renda fixa para uma renda variável que terá uma rentabilidade semelhante, com muito mais risco, e que nem dividendo paga. A partir de R$ 5 mil, R$ 10 mil, o investidor pode começar a diversificar. Antes disso, vai trocar seis por meia dúzia”, destaca o economista.

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Veja quando a diversificação é um problema, segundo os analistas:

  • O investidor tem mais ativos do que consegue acompanhar, e acaba perdendo o controle da rentabilidade total da sua carteira, e de quais ativos não estão oferecendo o resultado desejado;
  • O nível de risco da carteira não está de acordo com o perfil do investidor. Isso pode ocorrer quando um indivíduo com perfil conservador acaba aplicando mais do que deveria em renda variável, como ações ou criptomoedas, por exemplo, porque seguiu uma recomendação que não era a ideal para o seu caso;
  • O valor investido é baixo demais para a quantidade de ativos nos quais está dividido. Isso pulveriza demais os recursos, prejudicando o retorno, e gerando mais burocracias, como na hora de entregar a declaração anual de Imposto de Renda;
  • A diversificação é feita sem estratégia e o investidor acaba aplicando em ativos semelhantes ou com uma relação entre risco e retorno que não é vantajosa.

 

 

 

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