“A recuperação do crescimento em 2023 é melhor vista como uma normalização dos padrões de consumo após a eliminação das restrições da pandemia no início do ano”, analisa a agência de avaliação de risco de crédito, destacando que as condições da demanda permanecem fraca, incluindo a procura externa.
A Fitch também destaca que houve uma flexibilização da política nos últimos meses, que contou com apoio do Banco Central, mas até que haja uma estabilização do setor imobiliário, a projeção segue negativa para o crescimento.